domingo, 27 de novembro de 2011

Lançamento! Masaki Youko - Kosumosu no Yado

Confiram o mais recente lançamento da cantora Masaki Youko, a canção "Kosumosu no Yado", lançada em setembro de 2011.

Evento! 57º Concerto Bunkyo aos Domingos

O Pequeno Auditório do Bunkyo recebe, no dia 27 de novembro, o recital do trio Yamakawa (piano), Saito (koto) e Inoguti (violino) e, como convidado especial, Daniel Abe (órgão). Entre as composições apresentadas, destaque para Haru no Umi e Aki no Shirabe, do mestre Miyagi Michio.
Um recital constituído de programa bastante diversificado, com a primeira parte dedicada ao concerto de piano por Junko Yamakawa, seguido pelo concerto de koto e violino com Sumie Saito e Clara Akiko Inoguti e, para o encerramento, o especial natalino de canto com a participação de todos os músicos.
O evento tem entrada franca e solicita-se a doação de 1Kg de alimento não perecível. O concerto é uma realização da Comissão de Música do Bunkyo com o patrocínio da Fundação Kunito Miyasaka, Panasonic, Yakult, Toyota e Sansuy.
57º Concerto Bunkyo aos Domingos
Data: 27 de novembro de 2011, domingo, às 11h
Local: Pequeno Auditório do Bunkyo
Rua São Joaquim, 381 – Prédio Anexo – 3º andar – Liberdade – São Paulo – SP
(Estacionamento terceirizado: Rua Galvão Bueno, 540)
Informações: (11)3208-1755 / contato@bunkyo.org.br
Entrada Franca (colabore doando 1 kg de alimento não perecível)

PROGRAMA
1ª Parte: Junko Yamakawa ao piano
  • Primavera – E. Grieg
  • Estudo op.10 nº 3 Tristesse – F. Chopin
  • Valsa op. 64 nº 2 do maior – F. Chopin
  • Valsa da Esquina mi menor – F. Mignone
  • A Ruína do Castelo ao Luar – Taki Rentarou
  • Variation of “Happy Brithday” – D. Agay
  • Various Styles
2ª Parte: Concerto de Koto e Violino com Sumie Saito e Clara Akiko Inoguti
  • Aki no Shirabe - Michio Miyagui (Soprano – Junko Yamakawa)
Composição de Miyagi Michio, datada de 1918. Trata-se de uma serenata em que o poeta, apaixonado, recorda da jovem mulher amada em meio à paisagem do lugar onde ela vive em um dia de outono, onde as sombras se refletem no gramado, as folhas secas caem e rio flui sem cessar...
  • Haru no Umi - Michio Miyagui
Composição de 1929 de Miyagi Michio, quando este transpôs para a música suas sensações sobre a paisagem litorânea das ilhas do mar de Seto num dia de primavera. Esta alegre música reproduz o som das ondas em movimento, do vôo das gaivotas e dos barcos a remar.
  • Música Contemporânea para Koto e Violino - Kenichi Yamakawa
3ª Parte: Especial Natalino com Yamakawa (soprano), Saito (koto), Inoguti (violino) e Abe (órgão)
  • Ave Maria – C. Gounod
  • White Christmas – I. Berlin
  • Jingle Bells – J. Pierpont
  • Noite Feliz – J. Mohr

Clara Akiko Inoguti, natural de Santo André, iniciou seus estudos de violino com o Prof. Yoshitame Fukuda. Foumou-se pela Academia Paulista de Música, sob a orientação do Prof. Alexandro Schaffman. Iniciou sua vida profissional integrando a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, bem como a Sinfônica Estadual e a Filarmônica de São Paulo. Participou paralelamente das atividades da Camerata Ateneum, que apresenta os mais variados repertórios, inclusive músicas contemporâneas de autores japoneses em quarteto, trio e duo de cordas.
Daniel Abe, estudou piano no Conservatório Musical Debussy, na classe da Profª. Aurora Hiray, e mais tarde seguiu o seus estudos com o Prof. Roberto Dante da Escola Municipal de Música, sendo organista da Igreja São Gabriel. Atualmente segue seus estudos com a Profª. Sonia R. Junko Yamakawa.
Sumie Saito, líder do grupo Miwakai, é a sucessora familiar da fundadora de um dos primeiros grupos de música clássica japonesa do Brasil que inclui o repertório para koto. A professora foi assistente de sua mãe, a percussora Miwa Miyoshi, a partir de 1984, e tem assumido a liderança do ensino da sua herança musical desde 1990. 

Iniciou cedo seus estudos em dança, shamisen (aos seis), em koto (aos oito) e nagauta; e teve a oportunidade de estudar shinkyoku com uma professora vinda do Japão. 
Em 2003 submeteu-se aos testes da OMB – Ordem dos Músicos do Brasil e conseguiu o registro; a primeira carteirinha de koto expedida pelo órgão.

Já no ano 2008, Miriam Saito filiou o grupo Miwakai à Companhia japonesa Seigensha de Música para Koto, fundada pelo grande mestre Nomura Seihō. Em 2009 recebeu dessa mesma Companhia, título e diplomação de professora associada.


Sonia R. Junko Yamakawa, natural de Iguape, diplomada pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo na classe dos professores Alberto Salles e Dulce de Freitas. Bacharel em órgão pela Faculdade MARTUP com a professora Annita Salles. Foi aluna e Assistente Repetidora do compositor e pianista Souza Lima. Em 1971, ingressou no curso de pedagogia musical da Universidade de Música Kunitachi, no Japão, onde mais tarde se aperfeiçoou com os professores Kunio e Sachiko Kodama.

Na década de 1960, apresentou-se acompanhada pela Sinfônica de Santo André (SP), sob regência do maestro Leonid Urbenim, e realizou concertos com a Orquestra da Sociedade Filarmônica de São Paulo, regida pelo maestro Kenichi Yamakawa. Em 1974, no Japão, realizou “Joint-Recital” no Tokyo Bunka Kaikan interpretando músicas brasileiras e, em 1981, foi convidada para “Apresentação de obras de Hatori e músicas contemporâneas brasileiras e peruanas” no ABC Kaikanhall – Tokyo. Em 1976, participou do recital de comemoração do 68º Aniversário da Imigração Japonesa no Brasil e, de 1991 a 1993, da “Semana de Música Japonesa Contemporânea”.

Em 1995 formou duo pianístico com Silvia Regina Orfão, apresentando-se com a Orquestra de Câmara Filarmônica de São Paulo, sob regência do maestro Kenichi Yamakawa.

Iniciou seus estudos de canto com a professora Mariinha Lacerda e, atualmente, com a professora Maria Therezinha AP. de Souza. Entre suas atividades, também ministra aulas de piano e teve alguns de seus alunos premiados em concursos. Em 1994, se apresentou com a aluna Luciana T. Brasil nas cidades de Tokyo, Nagasaki, Yamagata e Toyama (Japão).

Entre seus prêmios destacam-se: o da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) como recitalista (1994), o da Ordem dos Músicos do Brasil – Seção São Paulo como “Melhor professora de piano e dedicada musicista” (1983 e 86); a medalha de Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes (2011), da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino.


Próximo Concerto

58º Concerto Bunkyo aos Domingos

Dia 18 de março de 2012, às 11h
Contato: (11) 3208-1755 / contato@bunkyo.org.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Feliz Dia do Músico!



Olá!

Quero deixar registrado os meus parabéns pelo Dia do Músico!!

São pessoas como vc que tornam os dias melhores, com seus sons e sentimentos, trazendo a leveza das melodias de cada momento de nossas vidas.

Assim como para vc, a música para mim é essencial para qualquer momento... O que é um momento sem uma trilha sonora??

Então desejo para todos os músicos muito sucesso e felicidade!! Para que possam continuar a nos deleitar com todos os sentimentos dessa vida!!

Att.

Equipe Enka Mania



E para homenagear essas pessoas que dão um colorido especial para as nossas vidas, segue o video da versão instrumental da música "Hana".


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lançamento! Nishikata Hiroyuki - Ame no Okuhidaji

Confiram o mais recente lançamento do cantor Nishikata Hiroyuki, a canção "Ame no Okuhidaji", lançada em julho de 2011.

Evento! 11ª Festa das Hortências de Campos do Jordão



11ª Festa das Hortênsias de Campos do Jordão
Quandodomingo, 4 de dez de 2011
OndeParque das Cerejeiras, Vila Albertina - Campos do Jordão - SP (mapa)
DescriçãoVenha apreciar a beleza das hortênsias e assistir shows de danças folclóricas, saborear comidas típicas japonesas e apreciar o artesanato feito pelos idosos, além de malhas e doces da região. 11ª Festa das Hortênsias de Campos do Jordão Dias 3 e 4 de dezembro de 2011 Local: Parque das Cerejeiras, Vila Albertina - Campos do Jordão - SP Informações: (12) 3662-2911 Excursão: dia 4 de dezembro 6h30 - saída em frente ao Centro de Ação Social Enkyo (Rua Fagundes, 121 - Liberdade - São Paulo - SP) 16h - Retorno para São Paulo Colaboração: R$ 75,00 (ida e volta) Associado da Beneficência Nipo-Brasileiras de São Paulo: R$ 70,00 Inscrição: (11) 3274-6494 Realização: Beneficência Nipo-Brasileiras de São Paulo / Recanto de Repouso Sakura Home Clube Cultural e Recreativo Cereja

domingo, 20 de novembro de 2011

Lançamento! Ishihara Junko - Shiawase no Hana



Confiram o mais recente lançamento da cantora Ishihara Junko, a canção "Shiawase no Hana", lançada em setembro de 2011 em duas versões de singles, uma em regular edition, onde traz a música lançamento e 01 música extra, e a outra versão em limited pressing, onde ela traz além das 02 músicas lançamentos, traz também mais 02 canções de seu repertório anterior. Confiram o vídeo da canção "Shiawase no Hana".

Cultura Japonesa! Entendendo o mundo das Gueixas "Parte II"



Olá amigos! Vamos dar continuidade ao post sobre cultura e curiosidades da cultura japonesa.  Hoje teremos mais um pouquinho da história das gueixas, essas figuras tão apreciadas da cultura japonesa.

O surgimento da gueixa tem muito a ver com a maneira pela qual a sociedade japonesa foi organizada durante o governo dos xoguns da família Tokugawa, também conhecido como a Era Edo (1603 - 1867). 

No século XVII, nas primeiras décadas do estabelecimento do xogunato, crescentes medidas de controle da vida civil foram tomadas objetivando não só estabilidade interna, mas a manutenção do clã Tokugawa no poder, o que deu à sociedade como um todo uma forma feudal, rígida e hierarquizada, de pouca mobilidade de uma classe a outra e fechada em si mesma. 

Influências externas, como o cristianismo, eram vistas como negativas e subversivas, de tal modo que em 1637 um édito do xogunato ordenou a proibição do comércio e da vinda de navios europeus (excetuando os holandeses da Cia. das Índias, que eram tolerados por não misturar religião ao comércio, e que ficavam isolados em uma ilha perto de Nagasaki) e a expulsão dos estrangeiros, impondo um isolamento do Japão que se estenderia por dois séculos.


O controle do governo sobre a sociedade civil atingiu em especial as mulheres. Excetuando os papéis de mãe, esposa e dona de casa, não havia uma profissão que uma mulher pudesse exercer, que não fosse na condição de auxiliar de seu marido na agricultura, ou num comércio dirigido pelo esposo - trabalhos que eram considerados "obrigação" da mulher e que, por isso, não recebia uma remuneração específica. 




A falta de opções de profissões para as mulheres foi agravada em 1629, quando por lei o xogun tornou o teatro uma atividade proibida às mulheres. Impedidas de praticar atividades de entretenimento em público, os palcos foram rapidamente ocupados por homens travestidos, para substituir a presença feminina em cena. Não tendo um marido ou uma família que a sustentasse, restava à mulher apenas a prostituição como meio de subsistência.


A palavra gueisha significa literalmente "pessoa da arte, artista", e ela foi originalmente usada para designar comediantes e músicos que se apresentavam em banquetes e festas particulares no século XVII. Assim, as primeiras gueixas não foram mulheres, mas homens. Os otoko-gueisha (artistas masculinos) eram especializados em entreter pequenas platéias em festas, dançando, cantando contando histórias e piadas. Como os palcos estavam proibidos às mulheres, as festas privadas tornaram-se os únicos lugares onde as mulheres podiam tocar música, dançar e cantar, e assim surgiram as onna-geisha (artistas femininas).




Entretanto, aquela era uma época em que a atividade artística e prostituição se confundiam. Donos de pousadas e de casas de chá ofereciam suas funcionárias, que durante o dia eram arrumadeiras e garçonetes, mas atendiam como prostitutas à noite, ao que se dava o sutil nome de "serviço de travesseiro". Nem sempre se tratava de prostituição voluntária - patrões inescrupulosos diziam às empregadas "agrade o cliente ou vá embora". 


Em sua origem, o teatro kabuki era predominantemente feminino, porém muitas dançarinas de kabuki se prostituíam e escândalos de samurais envolvidos com elas na capital foram a causa da proibição de 1629. Assim, a clientela dos banquetes não esperava menos das mulheres artistas. Embora durante muito tempo a atividade de gueixa confundiu-se com prostituição, a partir do século XVIII medidas que oficializaram e regulamentaram a prostituição acabaram distinguindo as prostitutas das gueixas.


No ocidente, considera-se prostituta a mulher que mantém relações sexuais mediante pagamento. Basta a mulher fazer isso uma só vez, que ela acaba sendo considerada prostituta sempre. No Japão, é necessário saber se a mulher vive disso, ou seja, para ser considerada prostituta é preciso que ela faça das relações sexuais mediante remuneração sua principal fonte de renda. Se uma mulher tem amantes mas obtém renda de atividade diversa da relação sexual paga, ela não é considerada prostituta. Tal distinção não é meramente conceitual. Ela foi necessária na instituição da prostituição legalizada no Japão feudal.

Com paz interna, a vida urbana no Japão floresceu graças à estabilidade e ao sankin-kõtai (presença alternada), sistema criado em 1635 pelo governo que obrigava os daimyõs (senhores feudais das províncias) e seus samurais a morar em Edo (atual Tóquio) por alguns meses. Com hordas de daimyõs e samurais indo e vindo pelo país, vilas e cidades se prepararam para fornecer produtos e serviços aos viajantes e o comércio prosperou. Éditos do xógun passaram a impor rigorosa organização nas cidades, intervindo até em aspectos dos mais particulares da vida civil.

No Japão feudal, casamentos eram arranjos de interesses entre famílias, e não uniões por amor. Assim, a maioria dos homens considerava que sexo com as esposas era "por dever", ou seja, para procriação e preservamento da família ou clã. Sexo com prostitutas, por outro lado, era "por prazer", ou seja, sem responsabilidades. 



Não tendo as próprias religiões locais (o budismo e o xintoísmo) fortes restrições ao sexo comparadas às religiões ocidentais (de base judaico-cristã), a tolerância à prostituição era grande na sociedade feudal japonesa. Longe de casa e das esposas, samurais ávidos por diversão invadiam as cidades. Assim, foram criados os "bairros do prazer", onde se concentravam teatros, restaurantes, pensões - e os bordéis. 


Concentrados, até cercados com muros e portões, as autoridades tinham mais controle sobre tais bairros, seja sob o caráter repressivo, seja sob o tributário. Enquanto não legalizada, a prostituição nada rendia ao poder público, mas criando bordéis oficiais a atividade passou a ser lucrativa também para o governo.


As profissionais do sexo, genericamente chamadas de jorõ (prostituta, cortesã), passaram a ser obrigadas a morar em bordéis, que passaram a ser administrados como pequenas empresas e onde havia uma hierarquia interna. As mais jovens eram chamadas de yûjõ (mulher do prazer) e as mais experientes eram as oiran ou age-jorõ, que eram letradas e eram responsáveis pela organização e administração do bordel. 


Asage-jorõ eram acima de tudo versadas nas chamadas "artes do sexo", que mantinham como um conhecimento secreto e exclusivo. Há registros de que uma prostituta, para chegar a age-jorõ precisava, por exemplo, conhecer as "48 posições do prazer", saber quais mariscos, peixes e raízes serviam de afrodisíacos, e como agradar um homem fingindo um convincente orgasmo (quanto mais homens ela pudesse atender em um dia, maior era o lucro, e para tanto ela precisava se preservar). 


Uma das técnicas secretas mais exóticas e chocantes era o seppun, o "ato sexual com a boca". Nós chamamos isso de beijo. Mas é de conhecimento universal de que onde há regras, controle e cobrança de impostos, há também os que procuram meios de burlar o sistema. 


As mise-jorõ (prostituta de loja) normalmente eram serviçais em restaurantes e pensões, que patrões ofereciam aos clientes para favores sexuais como um "serviço por fora", conseqüentemente, livre de impostos. Como formalmente as mise-jorõ eram arrumadeiras ou garçonetes, elas não eram consideradas prostitutas, e assim não eram obrigadas a viver num bordel. 


Prostitutas que não queriam viver num bordel, ou sujeitar-se a um patrão-cafetão, arriscavam-se procurando clientes longe dos bairros do prazer. Uma característica das prostitutas de rua da época era uma esteira de palha, que elas carregavam enrolada debaixo do braço para rapidamente poder atender um cliente num lugar mais discreto ou no meio do mato. Podendo ser presas por prostituição ilegal, ao avistar um policial elas se apressavam a esconder ou livrar-se da esteira.


Vários bordéis oficiais no Japão feudal estavam longe de ser casas apertadas em vielas escuras, com cubículos espartanos e sujos. Eram limpos, espaçosos, agradáveis; alguns até tinham estrutura para promover banquetes. Era mantendo tal atmosfera que as prostitutas procuravam atrair uma clientela grande e freqüente, e para entreter os clientes também chamavam gueixas - homens e mulheres - para tocar, dançar e cantar. 

Embora as yûjõ e as jorõ fossem o principal motivo da presença da clientela e fossem as "donas da casa", eventualmente um ou outro cliente acabava se interessando pela - ou pelo - gueixa, o que obviamente criava rivalidade entre prostitutas e gueixas. Além disso, enquanto as prostitutas eram obrigadas a morar em bordéis seguindo regras de hierarquia e não podiam deixar os limites dos bairros do prazer (para evitar que saíssem, elas só podiam andar nas ruas escoltadas), os e as gueixas não sofriam tais restrições. Tais fatores causavam um tipo de "concorrência desleal", e por isso as prostitutas faziam segredo de seu arsenal de técnicas erotizantes. 

A situação entre gueixas e prostitutas só se tornou mais definida a partir de 1779, quando um decreto do governo reconheceu a profissão de gueixa.

Continuaremos nos proximos posts essa interessante historia da cultura japonesa.

Ranking Oricon Novembro de 2011

Olá amigos do Enka Mania! Segue a lista com o ranking da Oricon para o estilo Enka/Kayo do mês de novembro. A cantora Mizumori Kaori encabeça o ranking com o sucesso "Shonai Heya Kaze no Naka", lançado em junho de 2011. Analisando o ranking, é possivel ver a aparição de vários cantores da nova geração do Enka. Será que sso é um sinal de que este estilo está voltando à moda? Outra curiosidade sobre o ranking de novembro é a prevalecência de cantores do Kitajima Family. O ranking de novembro também é um importante indicador dos cantores que se apresentarão no show de fim de ano Kohaku Utagasen da TV NHK. Com as tragedias naturais que assolaram o Japão neste ano, a expectativa é de que serão chamados muitos cantores do estilo enka para homenagearem as vitimas. Vamos aguardar a lista que deve sair em breve.


01 - Shonai Heya Kaze no Naka - Mizumori Kaori
02 - Jinsei Minato - Teruo Ikeda
03 - Meoto Kizuna - Toba Ichiro
04 - Futatsu Boshi - Itsuki Hiroshi with Miyako Harumi
05 - Onna ni Umarete - Miyama Hiroshi
06 - Futari no Asa - Nakamura Mitsuko
07 - Sanbashi Shigure - Ichikawa Yukino
08 - Kan Botan - Kawano Natsumi
09 - Jyonetsu no Mariachi - Hikawa Kiyoshi
10 - Yogiri no Unga - Toba Ichiro
11 - Shirakawago - Koda Shin
12 - Soya Kaikyo - Kihara Takeshi
13 - Shiawase no Hana - Ishihara Junko
14 - Ashita o Shinjite - Harada Yuri
15 - Ai wa Nagareru - Mori Masako
16 - Oyako no Chikai - Kitayama Takeshi
17 - Uramachi Gurashi - Uesugi Kaori
18 - Hana wa Damtte Saiteiru - Koganezawa Shoji
19 - Fuyu Kare no Viola - Yamauchi Keisuke
20 - Sadame Michi - Kitajima Saburo

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Lançamento! Takigawa Maiko - Ukigusa no Machi


Confiram o mais recente lançamento da cantora Takigawa Maiko, a canção "Ukigusa no Machi", lançada em setembro de 2011.



Evento! 1º Festival Mineiro de Cultura e Comida Oriental


Em dezembro Belo Horizonte será um pedacinho da terra do sol nascente com o 1º Festival Mineiro de Cultura e Comida Oriental. O evento será realizado pela Associação Mineira de Cultura Nipo-Brasileira (AMCNB), em parceria com a produtora Ecogeração e a agência Dupla Propaganda. O palco escolhido para a promoção desta milenar cultura foi o Shopping Del Rey, nos dias 9, 10 e 11 de dezembro, das 17h às 23h.

Cerca de 15 mil pessoas são esperadas durante os três dias do festival. Este público irá assistir apresentações de artes cênicas e de música, como Taiko, Bom Odori, Dragão Chinês, Kabuki, Buyo e Butô; entre outras selecionadas das culturas japonesa e chinesa.

Além destas atrações, os expectadores poderão experimentar os melhores pratos da típica comida oriental, em mais de 10 restaurantes de renome da região metropolitana de Belo Horizonte. Vale lembrar que o segmento gastronômico de comida oriental é um dos mais admirados do circuito noturno da capital, atraindo públicos de variada faixa etária e econômica.

Toda a estrutura montada em ambiente coberto oferecerá conforto a cadeirantes e reservas à idósos, conforme critérios de segurança e de norma exigidos legalmente para eventos deste porte. Além disso, o festival contará com paisagismo, decorção, cenografia e projeto arquitetônico peculiar à cultura oriental.

O evento foi elaborado de acordo com a Lei Rouanet e aprovado pelo Ministério da Cultura, sendo pensado para a promoção e o intercâmbio da cultura oriental.

Data:09/12/2011 à 11/12/2011
Horário:Das 17 às 23hrs.
Local:Shopping Del Rey
Info venda:(31) 3494 1843
Preço:Cartão de Acesso - R$10,00

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Evento! Concerto: São Paulo For Japan


É quase um trabalho épico que esses estudantes do Japão conseguiram. Reuniram músicos de orquestras como os da Usp e da Unicamp e formaram uma orquestra para este concerto, em prol das vítimas do terremoto no Japão deste ano.
Em tempo recorde, ensaiaram peças de Villa Lobos, Mozart e uma peça japonesa do compositor Kosaku Yamada, o que torna este programa bastante especial, visto que obras de compositores japoneses são pouco executadas no Brasil.
Data: 13 de novembro de 2011, Domingo (Entrada a partir das 13h00, início do concerto às 14h00)
Local: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (BUNKYO), Grande Auditório (Rua São Joaquim, 381 Liberdade – São Paulo – SP)

Barítono: Fernando Ribeiro
Taiko: Setsuo Kinoshita
Orquestra: Orquestra SPFJ
Regente: Daisuke Shibata

〜 Programa 〜

♬ Heitor Villa-Lobos: Bachianas Brasileiras n˚9
♬ Marcos Nogueira: “Shizuka” para barítono, flauta, taiko e cordas
(baseado no poema “Amenimo Makezu” por Kenji Miyazawa)  

— INTERVALO —

♬ W. A. Mozart: Sinfonia n˚41 em Dó maior, K.551 “Jupiter”
 ♬ Kosaku Yamada (composição) / Hakushu Kitahara (letra): “Karatachi no Hana” (Flor de poncirus)
(arr.: Roberto Tsutomu Yoneta e Swan Yuki Hamasaki)

Aqui as palavras da Comissão Organizadora do São Paulo for Japan:
“No dia 11 de março de 2011, um terremoto sem precedentes devastou a região de “Toohoku” no Japão. Desde então, as informações que chegam sobre os danos aqui no Brasil são limitadas, o pesadelo vai além da esfera da nossa imaginação.
Todas as vezes que ouço os relatos de minha família, amigos e conhecidos fico muito angustiado, pois o desastre é ainda uma realidade viva mesmo após oito meses.
Pode ser limitado o que nós, japoneses que vivemos fora do Japão, podemos fazer por eles. No entanto, tenho ouvido que mesmo os pequenos esforços que são realizados no exterior contribuem para encorajar as vítimas e as atividades de reconstrução.
Eventos beneficentes foram realizados em todo o mundo, imediatamente após o terremoto. E temos intenção de realizar, aqui no Brasil também, esse projeto e contribuir de alguma forma.
Rezo para que este concerto possa ajudar as pessoas que vivem na área do desastre”.
São Paulo For Japan
Shino Kobayashi e Erisa Suenaga, representantes

Ingressos
R$ 35,00 (inteira) e R$ 30,00 (menores de 6 a 14 anos).
Reserva antecipada de ingressos:  http://spforjapan.web.fc2.com/concerto_pt.htm
Ingressos antecipados disponíveis  na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (Bunkyo) e Beneficência Nipo-Brasileira de São Paulo.