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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Prayer For Japan! Erupção do Vulcão Sakurajima e Terremoto em Ibaraki


O vulcão Sakurajima, em Kyushu, entrou em erupção nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (26), expelindo cinza vulcânica a 5,000 metros de altura, segundo a Agência Meteorológica do Japão (JMA).

Desde agosto de 2013, esta é a primeira erupção projetando tal altitude para o vulcão que está localizado a alguns quilômetros da central de Kagoshima, uma cidade com cerca de 600,000 habitantes e grande área portuária no sul do Japão.

Uma nova erupção no monte Sakurajima, situado no sudoeste do Japão, provocou nesta terça-feira (26) uma coluna de cinzas que alcançou os 5.000 metros de altura, segundo informou a Agência Meteorológica do Japão (JMA).

A erupção aconteceu às 0h35 (horário local, 11h35 de segunda, 25, em Brasília) na montanha de 1.117 metros de altura situada em uma península de origem vulcânica em frente à cidade de Kagoshima (ilha de Kyushu), onde chegaram a cair partículas de cinzas sem que se tenham registrado danos, afirmou a emissora local "Asahi TV".

Trata-se da primeira vez, desde agosto de 2013, que uma erupção deste vulcão - que só durante este ano registrou 47 explosões de diversas magnitudes - alcança esta altitude.

Apesar da atividade vulcânica no monte, a agência japonesa assegurou que "não se detectou nenhuma mudança grave na atividade do vulcão", mas pediu precaução perante a possível queda de pedras expelidas pela erupção, segundo a "Asahi TV".

O nível atual de alerta no Sakurajima é de 3 - em uma escala de 5 -, no qual se recomenda que não se deve aproximar do entorno do monte.

O vulcão fica a cerca de 50 km da usina nuclear de Sendai, reativada no ano passado após o blecaute nuclear no Japão motivado pelo acidente causado na central de Fukushima pelo terremoto e tsunami de março de 2011, onde não se registraram incidências.

Além da erupção do vulcão Sakurajima, conforme informações do JMA, nesta quarta-feira (27/07) às 23h42 ocorreu um terremoto de magnitude M5.3 e intensidade sísmica Shindo 5 fraco, com epicentro na província de Ibaraki, que foi sentido em outras províncias com menos intensidade.

O terremoto foi em terra, 50km de profundidade, não sendo emitido alerta de tsunami. Intensidades registradas: Fukushima 4, Tochigi 4, Gunma 3, Saitama 3, Chiba 3, Aomori 2, Iwate 2, Miyagi 2, Yamagata 2, Tóquio 2, Kanagawa 2, Nigata 2, Yamanashi 2, Nagano 2, Shizuoka 2, Akita 1 e Gifu 1.

domingo, 26 de junho de 2016

Prayer For Japan! Chuvas, Calor e Terremotos no Japão Causam Preocupação Neste Final de Junho


Dois meses após a sequência de dois terremotos de escala 7, Kumamoto sofre com fortes chuvas. Momentos antes desta reportagem no dia 21/06, havia sido registrado um terremoto de escala 3. Na cidade de Mashiki, uma barragem rompeu-se inundando plantações, estufas, estradas, residências e tudo que a água barrenta encontrou pela frente. Em vários pontos da cidade há registros de deslizamento com vítimas fatais. Em Kosa (Kumamoto), a quantidade de chuva chegou a 150 mm em uma hora. O nível é o quarto maior registrado no Japão.

Em Kumamoto, as chuvas já deixaram dois mortos, uma pessoa foi encontrada com parada cardíaca e três estão desaparecidas.A frente de chuva se desloca durante a semana para o leste, atingindo em cheio as regiões de Kinki, Tokai e Kanto. Em algumas regiões, as chuvas podem ser muito intensas, com possibilidade de desmoronamentos de terra e inundações. Em todos esses locais há risco de relâmpagos e rajadas de ventos fortes.

A forte chuva continua afetando a área norte de Kyushu, no sul do Japão, com os governos locais emitindo alertas de evacuação a mais de 700.000 pessoas neste último dia 24/06.

Na província de Hiroshima, um trecho de 12 metros da margem do Rio Inoko, na cidade de Fukuyama, cedeu, e duas pessoas pessoas ficaram feridas. De meia-noite às 6h de quinta-feira (24), o índice de chuvas na cidade foi de 148.5 milímetros.

Até as 6h desta sexta-feira (24), estava previsto um índice de precipitação de 120 milímetros em algumas áreas de Shikoku e Kinki, oeste do Japão, e 100 milímetros nas Ilhas de Izu, ao largo da costa de Tóquio, segundo a Agência Meteorológica do Japão (JMA).

A JMA pediu que os residentes em Kyushu ficassem atentos em relação a possíveis deslizamentos de terra.

Em Kurume, na província de Fukuoka, Takenori Nonaka, de 86 anos, desapareceu após ter ido verificar seus campos de arroz na manhã de quarta-feira (22). Segundo a polícia, ele pode ter caído em um canal e ter sido arrastado pela correnteza.

Yu Matsuura, um universitário de 19 anos, que desapareceu na terça-feira enquanto nadava, foi encontrado morto no dia seguinte em um rio em Nobeoka, província de Miyazaki, segundo a polícia local.

Um terremoto de M4.6 foi resgitradoàs 13h51 do dia 25/06 em Nagano, ao Norte do Japão. O tremor foi sentido com 4 graus na escala japonesa nas cidades de Otari e Ogawa, na província de Nagano. Não houve aviso de tsunami. O terremoto teve como epicentro a região Joetsu em Nagano, com profundidade de 10 quilômetros.

O Japão vem sentindo muitos efeitos das mudanças da natureza atualmente. Os terremotos estão cada vez mais frequentes e com maior intensidade. Com uma previsão de um verão muito mais rigoroso do que o normal. o Japão já está em alerta para possiveis aumento no consumo de bebidas alcolicas enão alcolicas. Nesta estação do ano, geralmente crianças e idosos sofrem muito mais com o calor intenso e, de acordo com a previsão da Agência Meteorológica, o Japão terá um verão mais intenso neste ano devido a um sistema de alta pressão no Pacífico mais forte que o normal.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Ganbare Kumamoto! Ganbare Nihon! Novas Ameaças Naturais


Um teremoto de M3.6 foi registrado às 12h56 em Kumamoto hoje, dia 28/04. O tremor alcançou 4 graus na escala japonesa na cidade de Uki, na província de Kumamoto. Não houve aviso de tsunami. O terremoto teve como epicentro a região de Kumamoto, com profundidade de 10 quilômetros.

Um teremoto de M4.7 foi registrado às 15h30 em Kumamoto também hoje. O tremor alcançou 4 graus na escala japonesa no distrito Nishi, em Kumamoto. O terremoto teve como epicentro o Mar Ariake, entre as províncias de Fukuoka, Saga, Nagasaki e Kumamoto, com profundidade de 10 quilômetros.

Além dos tremores de terra, uma frente fria que se desloca sobre o Japão deve provocar neve entre os dias 29 e 30, no norte de Gunma e Nagano e nas regiões mais elevadas de Chubu. A neve pode acumular em alguns locais. As estradas de regiões mais frias podem congelar, e com restrições para os motoristas usarem pneu de neve. Quem for pegar a estrada deve consultar a previsão do tempo antes de sair de casa.

Previsão do acúmulo de neve (até às 18h do dia 29)
10 cm: norte e regiões montanhosas de Nagano
5 cm: parte central de Nagano, incluindo Matsumoto e Ueda

Cinco anos após o terremoto de 9.0 graus que provocou um tsunami e deixou mais de 15 mil mortos no nordeste do Japão, uma série de fortes tremores registrada desde o último dia 14 no sudoeste do país reacendeu temores de que uma tragédia como a de 2011 possa se repetir em breve.

Os dois abalos sísmicos mais fortes da semana passada, de 6,5 e 7,3 graus, deixaram até agora 42 mortos na província de Kumamoto. Além disso, perto de 250 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas por causa do risco de desabamento em consequência da série de réplicas.

Mais de 600 tremores foram registrados até agora na região e a terra continua se mexendo. Esses números são impressionantes, pois representam quase metade dos terremotos registrados anualmente no país.

O Japão está localizado sobre três placas tectônicas: Eurasiana, das Filipinas e do Pacífico. Cada uma delas foi formada a partir de "colagens" de placas mais antigas e, por isso, sua formação é cheia de irregularidades, chamadas de falhas. O terremoto ocorre justamente quando essas falhas se "acomodam".

O medo, segundo tem divulgado a mídia japonesa, é de que esses fortes tremores na região sudoeste desencadeiem o assentamento de outras falhas e vire um efeito dominó, subindo pelo arquipélago."Em ambas extremidades da falha é possível que haja deformação por causa da sua movimentação inicial concentrada, o que acaba incentivando outras falhas próximas a se movimentarem", explicou à BBC Brasil o pesquisador e professor de sismologia Naoshi Hirata, do Instituto de Pesquisas de Terremotos da Universidade de Tóquio.

Para alguns cientistas, os recentes terremotos em Kumamoto podem estar ligados a uma falha geológica que se prolonga através do arquipélago.

Um relatório assinado por especialistas da Universidade de Kyoto e divulgado pela imprensa diz que que fortes terremotos poderiam ocorrer em torno de uma grande falha que se estende do sudoeste do país até próximo à Tóquio.Os especialistas acreditam que os novos tremores sejam um sinal dessa movimentação. Os últimos tremores foram registrados em uma área que abrange três províncias ao norte de Kumamoto e partes da região mais central do país.

Porém, para Hirata, esses abalos sísmicos intensos no sudoeste do Japão não devem desencadear os temidos e fortes terremotos esperados para as regiões mais próximas da capital japonesa. "São áreas muito distantes de Kumamoto", lembra.

Mesmo assim, para os pesquisadores, estes fenômenos naturais de grande proporção não estão longe de acontecer.

Segundo estimativas da Universidade de Tóquio, existe 98% de possibilidade de que nos próximos 30 anos aconteça o que eles chamam de Grande Terremoto de Kanto, em uma área onde se encontra a capital japonesa.

O último terremoto forte nesta região foi registrado em 1923 e teve uma magnitude de 7,8 graus. Na época, mais de 140 mil pessoas morreram. Já os cálculos da Agência de Meteorologia do Japão é de que essa probabilidade seja de 70%.
Alerta

Por causa do grande destaque na mídia à possibilidade de um aumento nas fortes atividades sísmicas no país, o Consulado do Brasil em Tóquio divulgou um alerta para os brasileiros que vivem no país – hoje são cerca de 200 mil brasileiros.

"Tendo em vista que os dois fortes terremotos da semana passada podem representar o início de outros tremores, tomamos a iniciativa de avisar os brasileiros para que eles estejam preparados, tenham mais informação e possam localizar facilmente os abrigos", explicou Marco Farani, cônsul-geral do Brasil em Tóquio.

Para o diplomata, a divulgação do alerta é uma obrigação do consulado. "Nosso objetivo é fazer com que os brasileiros estejam alertas e que tomem as providências para se proteger", justificou.

Arnaldo Caiche D'Oliveira, cônsul-geral do Brasil em Nagoia, região que concentra a maior parte dos brasileiros no Japão, também tem se preocupado em informar os brasileiros e garantiu que existe um plano bem detalhado de ação e assistência em caso de desastres de grandes proporções.

Para que tudo ocorra como o planejado, os funcionários dos três consulados brasileiros existentes no Japão passam por treinamentos regulares. "O objetivo de aperfeiçoar a capacidade de resposta do consulado a um desastre", explicou o cônsul.

Apesar das previsões nada otimistas, o professor Hirata lembra que o Japão é um país bastante preparado para fortes terremotos. As normas de segurança para construções melhoraram depois de 1995, ano em que um forte tremor em Kobe matou mais de 6.400 pessoas, muitas das quais morreram por causa do desabamento de edifícios.

"O código de construção atual é resultado de muitas experiências de grandes desastres sísmicos do passado. Casas e edifícios construídos depois de 1981 entram no chamado novo código de construção, o que garante uma certa segurança", explicou o pesquisador japonês. No entanto, ele lembra que ainda há cerca de 20% de construções que não são nem um pouco resistentes a fortes tremores ou que possuem estruturas que podem causar facilmente incêndios.


sexta-feira, 11 de março de 2016

Especial 05 anos após o Tsunami de Touhoku!


Nesta sexta feira, 11 de março, o Japão parou para prestar homenagens às vitimas do Tsunami que devastou parte do país em 2011. Apesar do frio e da chuva, milhares de familias participaram com flores e velas da homenagem em difenetes partes do nordeste do Japão. Às 14h45 (02:46 h de Brasilia) foi feito 01 minuto de silêncio em todo o Japão, no momento rpeciso em que há 05 anos aconteceu o terremoto de magnetude 9 que causou o tsunami. O Imperador Akihito, a Imperatriz Michiko, o Primeiro Ministro Shinzo Abe e outros participantes da cerimônia em Tokyo inclinaram suas cabeças em sinal de homenagem. 

"Passaram-se cinco anos desde a catástrofe; mais de 20 mil vitimas perderam a vida", declarou o Imperador Akihito na cerimônia, junto da Imperatriz e diante de um imenso canteiro de flores brancas e amarelas. "O Japão recebeu o presente de ter uma natureza bonita, mas às vezes ela pode ser perigosa", "Nunca podemos esquecer as imagens deste muro de água negracaindo sobre as cidades destruidas pelo tsunami", acrescentou. 


A terra tremeu a 11 de março de 2011, depois o mar invadiu o nordeste do Japão. E o abalo ainda causou o maior desastre nuclear da história do país. Cerca de 17 mil pessoas morreram, mais de 2.500 continuam desaparecidas e milhares ainda vivem expostas à radiação. 

O terramoto aconteceu a 11 de março de 2011. O abalo, com epicentro a cerca de 371 quilómetros de Tóquio, teve uma magnitude de 9 na escala de Richter e atingiu a costa nordeste da ilha de Honshu, a mais povoada do arquipélago. O relógio marcava 14:46 (05:46 em Portugal continental) quando começou um dos desastres naturais mais mortíferos daquele país, o maior dos últimos 140 anos.

O alerta de tsumani foi alargado a 50 países e o pior viria a confirmar-se no nordeste do Japão. A cidade mais afetada foi Sendai, ilha de Honshu, a 179 quilómetros do epicentro. As réplicas seguiram-se e a mais forte registou uma magnitude supereior a 6 na escala Richter. Para além das quase 17 mil pessoas mortas no terramoto, em 2016 ainda há 2.500 pessoas cujos corpos não foram recuperados. Em Fukushima, os sobreviventes desafiam a proibição de permanência nos locais mais afetados pelos altos níveis de radiação para continuar a procurar os corpos dos entes desaparecidos. Desde 2011, a Agência de Meteorologia do Japão (JMA) registou mais de 12 mil réplicas do terramoto que arrasou o nordeste do país. Segundo dados da JMA, publicados pela agência Kyodo, as réplicas deste sismo são cada vez mais incomuns, mas os movimentos registados na zona afetada duplicaram comparativamente ao período antes do sismo de 11 de março de 2011.

Só no ano passado houve 615 terramotos percetíveis, considerando que a média anual na primeira década de 2000 foi de 306 sismos.

Hoje vamos relembrar com saudade de todos que partiram de forma tão impiedosa, com essa grande catastrofe. No mesmo ano foi lançado a canção "Hana wa Saku", interpretada por diversas celebridades do Japão, a fim de ajudar as vitimas do Tsunami. Na sequência, vamos conferir o video de uma das canções mais famosas do Japão, "Ue wo Muite Arukou", que também se tornou um hino de esperança naquele ano fatidico, interpretado também por diversas pessoas, inclusive moradores da região devastada. 




quarta-feira, 11 de março de 2015

Especial Homenagem 04 Anos do Tsunami de Tohoku!


Quatro anos depois da tragédia, o Japão lembrou nesta quarta-feira com um minuto de silêncio o terremoto e o tsunami que em 11 de março de 2011 deixaram mais de 18.000 mortos e desaparecidos e provocaram o acidente nuclear da central nuclear de Fukushima.

Nos diversos atos realizados por todo o país foi realizado um minuto de silêncio às 14h46 (horário local, 2h46 de Brasília), a hora na qual se registrou há quatro anos o terremoto de 9 graus na escala Richter que originou a catástrofe.

O Teatro Nacional de Tóquio recebeu uma cerimônia oficial na qual participam o imperador Akihito, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e familiares das vítimas da tragédia.

Em algumas das cidades do nordeste do Japão mais duramente golpeadas pelo tsunami, como Miyako e Ishinomaki, o minuto de silêncio foi acompanhado pelo som das sirenes que se ativam em caso de evacuação.

No Teatro Nacional de Tóquio, perante o já tradicional altar decorado com lírios e narcisos brancos, uma grande tabuleta memorial e a bandeira nacional, Abe disse que toda vez que visita as áreas afetadas sente "que a reconstrução segue em andamento" e que "está entrando em uma nova fase".

O primeiro-ministro lembrou, no entanto, "daqueles que não puderam retornar a suas casas por culpa do acidente na usina nuclear" e reconheceu "que cerca de 230.000 pessoas ainda vivem em condições difíceis".

Quatro anos depois da tragédia, mais de 228.000 evacuados pelos danos causados pela água ou pela contaminação radioativa emitida pela usina de Fukushima ainda não puderam retornar a seus lares.

Além disso, mais de 80.000 têm que viver ainda em casas pré-fabricadas temporárias, segundo dados do governo japonês.

Por causa do acidente, o Japão mantém paralisados seus 48 reatores nucleares, embora o governo tenha impulsionado a reativação daqueles que cumprem os novos requisitos de segurança da Autoridade de Regulação Nuclear (NRA) e espera-se que duas plantas retomem sua atividade ainda neste ano.

Durante a cerimônia realizada em Tóquio, o imperador do Japão disse estar especialmente preocupado com aqueles evacuados de idade avançada e assegurou que lhe "dói o coração" quando pensa na quantidade de gente "que ainda não sabe quando poderá retornar a seu lar".

Akihito destacou que a reconstrução na zona devastada avançou, mas reconheceu que as condições na região "ainda são duras", motivo pelo qual que é importante "que o coração de todos continue estando com os afetados".

Coincidindo com o aniversário, na capital do país aconteceu nesta manhã uma enorme simulação de atuação perante catástrofes que incluiu oficinas de reanimação cardiovascular, desfibrilação externa automática e primeiros socorros.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2015/03/11/japao-faz-um-minuto-de-silencio-no-quarto-aniversario-do-tsunami.htm

Após 04 anos desta grande tragédia, ainda o Japão sente as dores da impiedade da natureza. O homem esquece de respeitar o planeta, e cada vez mais é recorrente tragédias deste porte. Precisamos nos reencontrar o mais rápido possivel... A solidariedade é um sentimento muito bonito que aflora quando tragedias acontecem. A homenagem do blog Enka Mania fica por conta do video da música que se tornou tema deste sentimento. Confiram o video da canção "Hana wa Saku", versão apresentada no show de fim de ano Kohaku Utagasen da TV NHK com os principais idealizadores deste lindo projeto. E na sequência, o video de outra linda canção que traz uma mensagem de esperança, a canção "Asu to Iu Hi ga", na voz de um coral.  




terça-feira, 3 de setembro de 2013

Curiosidades! Origem da Bandeira do Japão Parte 02


Quando o Hinomaru foi primeiramente introduzido, o governo pediu aos cidadãos que reverenciassem o Imperador com a bandeira. Havia um pouco de ressentimento entre os japoneses sobre a bandeira, resultando em alguns protestos. Levou algum tempo para a bandeira ganhar a aceitação do povo.

Durante a Segunda Guerra Mundial, era um costume popular entre amigos, colegas e parentes de um soldado em partida presenteá-lo com um Hinomaru. A bandeira também era usada como símbolo de boa sorte e um amuleto para desejar ao soldado o retorno seguro da batalha. Um termo para esse tipo de amuleto é Hinomaru Yosegaki (日の丸寄せ書き). Uma tradição é que nenhum escrito deve tocar o disco solar. Depois de batalhas, essas bandeiras eram frequentemente capturadas ou encontradas sobre soldados japoneses mortos. Enquanto essas bandeiras se tornavam souvenires, houve o costume de enviar as bandeiras de volta aos descendentes do soldado.

A tradição de usar o Hinomaru como um amuleto de boa sorte ainda continua, mas de forma limitada. O Hinomaru Yosegaki podia ser exibido em eventos esportivos para apoiar o time nacional do Japão. Outro exemplo é a bandana hachimaki, que é branca e tem o sol vermelho no meio. Durante a Segunda Guerra, as frases "Vitória Certa"(必勝, Hisshou) ou "Sete Vidas" eram escritas nos hachimaki usados por pilotos kamikaze. Isso denotava que o piloto queria morrer pelo seu país.

Antes da guerra, pedia-se que todas as casas tremulassem o Hinomaru em feriados nacionais. Desde a guerra, o hasteamento da bandeira do Japão está praticamente limitado a prédios ligados aos governos locais e nacional, como prefeituras; é raramente vista em residências privadas e estabelecimentos comerciais, mas algumas pessoas e empresas exibem a bandeira em feriados. Apesar de o governo japonês encorajar cidadãos e residentes a tremular o Hinomaru durante feriados nacionais, não existe dever legal. No 80º aniversário do Imperador, em 23 de dezembro de 2002, a Kyushu Railway Company hasteou o Hinomaru em 330 estações. Segundo votações conduzidas pela mídia, a maioria dos japoneses via a bandeira do Japão como a bandeira nacional mesmo antes da passagem da Lei Sobre a Bandeira e o Hino Nacional em 1999. A despeito disso, controvérsias sobre o uso da bandeira em eventos escolares ou na mídia ainda acontecem. Por exemplo, jornais liberais como o Asahi Shimbun e o Mainichi Shimbun frequentemente publicam artigos criticando a bandeira do Japão, refletindo o espectro político dos seus leitores.

A exibição do Hinomaru em casas e negócios é também discutida na sociedade japonesa. Por causa da associação do Hinomaru com ativistas uyoku dantai (extrema-direita), políticos reacionários ou hooliganismo, algumas casas e empresas não hasteiam a bandeira. Para outros japoneses, a bandeira representa o tempo em que a democracia foi suprimida quando o Japão era um império.

Percepções negativas do Hinomaru existem em antigas colônias do Japão, assim como no próprio Japão, como em Okinawa. Em um exemplo notável, em 26 de outubro de 1987, o dono de um supermercado de Okinawa queimou o Hinomaru antes do começo do Festival Nacional de Esportes do Japão. Chibana Shôichi queimou o Hinomaru não apenas para demonstrar oposição às atrocidades do exército japonês e à presença das forças dos EUA, mas também para ele não ser exibido em público. Outros incidentes em Okinawa a bandeira sendo rasgada em cerimônias escolares e estudantes se recusando a reverenciar a bandeira sendo hasteada ao som do Kimigayo. Na República Popular da China e na Coreia do Sul, que foram ocupados pelo Império do Japão, bandeiras japonesas foram queimadas em protestos contra a política externa do Japão ou se um primeiro-ministro japonês visitasse o Santuário Yasukuni em Tóquio, em honra aos japoneses mortos na guerra, que incluem catorze criminosos de guerra classe A. Sob essa bandeira, os soldados japoneses cometeram vários crimes que resultaram em várias mortes em países ocupados. As leis japonesas permitem a queimadura do Hinomaru, mas bandeiras estrangeiras não podem ser queimadas no Japão. De acordo com o protocolo, a bandeira pode tremular do nascer ao pôr do sol; empresas e escolas podem hastear a bandeira da abertura ao fechamento. Ao hastear a bandeira do Japão e de outro país ao mesmo tempo, a bandeira do Japão toma a posição de honra e a bandeira do outro país ficam à direita. As duas bandeiras devem estar na mesma altura e ter o mesmo tamanho. Quando mais de uma bandeira estrangeira é hasteada, a Bandeira do Japão é alocada na ordem alfabética prescrita pelas Nações Unidas. Quando a bandeira se torna imprópria para uso, costuma ser queimada em âmbito privado. A Lei sobre a Bandeira e o Hino Nacional não especifica como a bandeira deve ser utilizada, mas cada prefeitura tem seus próprios regulamentos sobre o uso do Hinomaru e outras bandeiras das prefeituras.

A bandeira Hinomaru tem pelo menos dois estilos para luto. Um consiste em hastear a bandeira a meio-mastro (半旗, Han-ki), como é prática em diversos países. Os escritórios do Ministério das Relações Exteriores içam a bandeira a meio-mastro durante funerais de chefes de Estado estrangeiros. Um estilo alternativo de luto é cobrir o florão da esfera com roupas pretas e colocar uma tarja preta acima da bandeira, conhecida como "bandeira de luto" (弔旗, Chō-ki). Esse estilo remete a 30 de julho de 1912, quando o Imperador Meiji faleceu e o Gabinete publicou uma ordem estipulando que a bandeira nacional deveria ser hasteada de luto quando morre o Imperador. O Gabinete possui a autoridade de anunciar o hasteamento a meio-mastro da bandeira. Desde o final da Segunda Guerra Mundial, o Ministério da Educação publicou estatutos e regulamentos para promover o uso do Hinomaru e do Kimigayo nas escolas sob sua jurisdição. O primeiro desses estatutos foi publicado em 1950, afirmando ser desejável, mas não obrigatório, usar os dois símbolos. Esse desejo foi depois expandido para incluir os dois símbolos em feriados nacionais e durante eventos cerimoniais para inculcar nos estudantes o que representam os feriados nacionais e para promover a defesa da educação. Numa reforma das diretrizes educacionais em 1989, o governo, comandando pelo LDP, demandou que a bandeira deveria ser utilizada em cerimônias escolares e o devido respeito deveria ser atribuído à bandeira e ao Kimigayo. Punições para diretores de escolas que não seguissem a ordem também estavam elencadas na reforma.

A Orientação de Currículo de 1999 publicada pelo Ministério da Educação após a aprovação da Lei sobre a Bandeira e o Hino Nacional decretou que "em cerimônias de ingresso e de graduação, as escolas devem hastear a bandeira do Japão e instruir os estudantes a cantar o "Kimigayo" (hino nacional), dado o significado da bandeira e da canção."Adicionalmente, o comentário do ministério sobre a diretriz de currículo de 1999 para escolas primárias afirma que "dado o avanço da internacionalização, para fomentar o patriotismo e a consciência de ser japonês, é importante inculcar nas crianças uma atitude respeitosa diante da bandeira do Japão e do Kimigayo para crescerem como cidadãos japoneses respeitáveis em uma sociedade internacionalizada."O ministério também atestou que se os estudantes japoneses não fossem capazes de respeitar seus próprios símbolos, então não seriam capazes de respeitar os símbolos das demais nações."

As escolas têm sido o centro de controvérsias sobre o hino e a bandeira nacional. A Secretaria da Educação de Tóquio demanda o uso da bandeira e do hino em eventos sob sua jurisdição. A ordem determina que os professores das escolas devem respeitar os símbolos nacionais, sob o risco de perder o emprego. Alguns protestaram, alegando que as regras contrariavam a Constituição do Japão, mas a Secretaria argumentou que uma vez que escolas são agências do governo, seus empregados têm a obrigação de ensinar seus estudantes como serem bons japoneses. Como sinal de protesto, algumas escolas se recusaram a hastear o Hinomaru em graduações escolares e alguns pais rasgaram a bandeira. Professores tentaram sem sucesso fazer queixas criminais contra o governador de Tóquio,Shintarō Ishihara , e oficiais superiores por obrigarem os professores a honrar o Hinomaru e o Kimigayo. Depois dessa oposição inicial, a União dos Professores do Japão aceitou o uso da bandeira e do hino nacional; a menor União de Todos os Professores e Funcionários do Japão ainda se opõe ao uso dos símbolos no sistema escolar.


Bandeiras relacionadas

Forças Armadas
As Forças de Autodefesa do Japão (JSDF) e a Força Terrestre de Autodefesa do Japão usam uma versão do disco solar com oito raios vermelhos saindo do disco central, chamada Hachijō-Kyokujitsuki (八条旭日旗). Há uma borda dourada parcialmente em volta dos cantos.

Uma variante bem conhecida do disco solar é o disco solar com 16 raios em uma formação Siemens star, usada historicamente pelas Forças Armadas do Japão, particularmente a Marinha Imperial do Japão. A bandeira, conhecida em japonês como Kyokujitsu-ki (旭日旗), foi adotada pela primeira vez como bandeira naval em 7 de outubro de 1889, e foi usada até o final da Segunda Guerra Mundial em 1945. Foi re-adotada em 30 de junho de 1954, e hoje é usada como bandeira naval da Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF). Nos países asiáticos vizinhos que foram ocupados pelo Japão, essa bandeira ainda carrega uma conotação negativa. A JMSDF também usa um galhardete. Adotada pela primeira vez em 1914 e re-adotada em 1965, a bandeirola contém uma versão simplificada da bandeira naval no final do mastro, com o resto da bandeirola de cor branca. 

A Força Aérea de Autodefesa do Japão (JASDF), estabelecida independentemente em 1952, tem apenas o disco solar como seu emblema. Esse é o único ramo com um emblema que não invoca os raios solares do padrão imperial. Entretanto, há uma bandeira para uso em bases e em paradas. A bandeira foi criada em 1972, sendo a terceira usada pela JASDF desde sua criação. A bandeira contém a insígnia da JASDF em um fundo azul.

Apesar de não ser uma bandeira nacional oficial, a bandeira de sinal Z teve um grande papel na história naval do Japão. Em 27 de maio de 1905, o almirante Heihachirō Tōgō do Mikasa se preparava para engajar contra a Frota Báltica russa. Antes do começo da Batalha de Tsushima, Togo hasteou a bandeira Z no Mikasa e enfrentou a frota russa, vencendo a batalha para o Japão. No hasteamento da bandeira disse o seguinte à tripulação: "O destino do Japão Imperial depende dessa batalha; todas as mãos devem se esforçar e fazer seu melhor." A bandeira Z também foi hasteada no porta-aviões Akagi na véspera do ataque japonês a Pearl Harbor, Havaí, em dezembro de 1941.



Bandeira das JSDF (八条旭日旗) 



Bandeira Naval (旭日旗) 



Bandeira da JASDF



Roundel da JASDF 
Imperial

Começando em 1870, bandeiras foram criadas para o Imperador (então o Imperador Meiji), a Imperatriz e outros membros da família imperial. Primeiramente, a bandeira do imperador era ornada com um sol no centro de um modelo artístico. Ele tinha bandeiras usadas na terra, no mar e para quando estivesse em uma carruagem. A família imperial também recebeu bandeiras para serem usadas no mar ou na terra (uma para uso a pé e outra para uso em carruagens). As bandeiras da carruagem eram um crisântemo monocromático, com 16 pétalas, no centro de um fundo monocromático. Essas bandeiras foram descartadas em 1889 quando o Imperador decidiu usar o crisântemo em um fundo vermelho como sua bandeira. Com pequenas mudanças nas sombras das cores e nas proporções, as bandeiras adotadas em 1889 ainda estão em uso pela família imperial.

A bandeira do atual imperador é um crisântemo de 16 pétalas, coloridas em ouro, no centro de um fundo vermelho com uma razão 2:3. A Imperatriz usa a mesma bandeira, exceto pela forma de uma cauda de andorinha. O príncipe e a princesa usam a mesma bandeira, exceto por um crisântemo menor e uma borda branca no meio das bandeiras. O crisântemo está associado ao trono imperial desde o governo do Imperador Go-Toba no século XII, mas não era exclusivo do símbolo do trono imperial até 1868.

                                                      O estandarte do imperador do Japão.

Cada uma das 47 prefeituras do Japão tem uma bandeira baseada na bandeira nacional na medida em que consistindo de um símbolo, mon, em um campo monocromático (com a exceção de Ehime, que usa um símbolo num fundo bicolor). Há algumas bandeiras de prefeituras, como a de Hiroshima, que coincidem suas características com a da bandeira nacional. Alguns mon colocam o nome da prefeitura em caracteres japoneses; outras são pinturas estilizadas do lugar ou alguma outra característica especial da prefeitura. Um exemplo é a bandeira da prefeitura de Nagano, em que um caractere katakana laranja ナ (na) aparece no centro de um disco branco. Uma interpretação do mon é que o símbolo representa uma montanha e o disco branco, um lago. A cor laranja representa o sol, enquanto o branco representa a neve da região.

Municípios também podem adotar suas próprias bandeiras. O design é parecido com os das bandeiras das prefeituras: um mon num fundo monocromático. Um exemplo é a bandeira de Amakusa, na prefeitura de Kumamoto: o símbolo da cidade é composto pelo caractere katakana ア (a) cercado por ondas. Tanto o emblema como a bandeira da cidade foram adotados em 2006.

Bandeiras de organizações e corporações e bandeiras estrangeiras

Além das bandeiras usadas pelas Forças Armadas, algumas outras bandeiras foram inspirada na bandeira nacional. A antiga bandeira do Japan Post consistia no Hinomaru com uma barra horizontal vermelha no centro da bandeira. Também tinha um fino anel branco em volta do sol vermelho. Foi depois substituída por uma bandeira que consiste no 〒 em vermelho com um fundo branco.

Duas bandeiras nacionais criadas recentemente se assemelham à bandeira do Japão. Em 1971, Bangladesh conseguiu a independência do Paquistão e adotou uma bandeira nacional com um fundo verde, acompanhado de um disco vermelho fora do centro que contém um mapa dourado do Bangladesh. A bandeira atual, adotada em 1972, retirou o mapa dourado e manteve o restante. O governo do Bangladesh oficialmente considera o disco vermelho um círculo; a cor vermelha simboliza o sangue derramado para criar o país. A nação insular de Palau usa uma bandeira com um design similar, mas o esquema de cores é totalmente diferente. Apesar do governo de Palau não citar os japoneses como influência em sua bandeira nacional, o Japão administrou Palau de 1914 até 1944. A bandeira de Palau é uma lua cheia dourada não localizada no centro, com um fundo azul celeste. A lua representa a paz e uma nação nova enquanto o fundo azul celeste representa a transição de Palau para um governo próprio entre 1981 e 1994, quando foi obtida a independência total.

A bandeira naval do Japão também influenciou o design de outras bandeiras. Um design assim é usado pela bandeira do Asahi Shimbun. No fundo da bandeira, um quarto do sol é exibido. O caractere kanji 朝 aparece na bandeira, branco, cobrindo a maior parte do sol. Os raios partem do sol, em uma ordem alternante de vermelho e branco, culminando em 13 linhas no total. A bandeira é comumente vista no campeonato nacional de beisebol escolar, pois o Asahi Shimbun é o principal patrocinador do torneio. As bandeiras e insígnias de ranking da Marinha Imperial do Japão também se baseiam na bandeira naval.

Com Isso encerramos este pequeno histórico sobre o HINOMARU,  a bandeira do Japão. 


segunda-feira, 18 de março de 2013

Evento! Show Ganbare Nippon Grupo The Friends II

Olá amigos!

O Grupo The Friends agradece à todos pela força que nos deram
para a realização do documentario da NHK Oyaji Battle.

Recebemos a informação da NHK 
de que será televisionado no canal da NHK do Brasil 
no programa   "16º OYAJI BATTLE"

Dia 26/03  (terça) das 22:30  às 23:45 h (horario do Brasil).

Mais uma vez obrigado pela força e te aguardamos nos próximos eventos!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Especial 02 anos do Tsunami que Devastou o Japão


Várias cerimônias foram realizadas no nordeste do país, em respeito aos quase 19 mil mortos e desaparecidos, depois do tsunami e explosões que destruíram a usina nuclear.

O Japão fez um minuto de silêncio nesta segunda-feira (11/03), em homenagem aos mortos e desaparecidos nas catástrofes que sucederam o dia 11 de março de 2011, em Fukushima.

A homenagem se iniciou às 14h46 (horário local), hora em que se iniciou o terremoto de 9 pontos na escala Richter, seguido de um tsunami e de uma série de desastres nucleares. Em consequência 15.881 cidadãos perderam a vida, e 2.668 foram dados como desaparecidos. O número de vítimas fatais inclui as mais de 2.300 pessoas que morreram devido às agruras da vida em centros de evacuação e abrigos temporários.

No dia do aniversário de dois anos do desastre de Fukushima, o Japão parou com um minuto de silêncio em memória às vitimas do desastre. Em cerimônia oficial realizada em Tóquio, às 14h46 – hora exata que aconteceu o terremoto – o imperador Akihito reforçou a importância dos treinamentos de prevenção em casos de desastres naturais e saudou a memória das vítimas para que não sejam esquecidas. Durante esta, o imperador Akihito destacou a importância de se fazer todo o possível para proteger a população. Isso incluiria comunicar às gerações futuras o conhecimento relativo ao desastre. "Fico sempre profundamente comovido ao ver tanta gente levar as suas vidas diárias sem reclamar, e espero [...] ser capaz de compartilhar o seu sofrimento, nem que seja um pouco", observou.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, prometeu fazer do Japão um país resistente aos desastres e ficar do lado das pessoas atingidas. Ele apelou à população que forneça apoio voluntário e donativos para os habitantes do local, a fim de que se vença a crise. Seu governo elevou ao equivalente de 200 bilhões de euros a verba destinada às três prefeituras mais afetadas pelas catástrofes, e a disponibilizará à população local ao longo dos próximos cinco anos.

Naomi Hirose, atual presidente da Tepco, operadora da usina nuclear danificada, mostrou-se contrito diante do ocorrido, nesta segunda-feira: "Quero, do fundo de meu coração, voltar a me desculpar pelas inconveniências, as vicissitudes e o sofrimento que nós causamos".

Centenas de milhares perderam suas casas na tríplice catástrofe. Somente o tsunami destruiu cerca de 400 mil prédios, e a reconstrução transcorre com lentidão. Pelo menos 315 mil ainda vivem em contêineres e outros arranjos provisórios. Embora a radiação liberada pelas fusões múltiplas de reatores em Fukushima 1 haja retrocedido, cerca de 150 mil cidadãos não retornaram à sua região de origem por medo da radioatividade.

O terremoto de 9 graus de magnitude atingiu a região nordeste do Japão no dia 11 de março de 2011. O tremor desencadeou um tsunami que atingiu a costa da região Tohoku com ondas de até 20 metros de altura. Foram registrados pelo menos 20 mil mortes e desaparecimentos desde então e, ainda hoje, mergulhadores continuam realizando busca de corpos pela costa.

O tsunami atingiu a central nuclear de Fukushima Daichii e danificou quatro dos seis reatores nucleares. Este episódio causou a pior crise nuclear em 25 anos, desde o acidente de Chernobyl.


Diversas cidades tiveram que ser evacuadas por causa dos riscos de contaminação radioativa, desalojando mais de 250 mil moradores da região.

No dia 10 de março, manifestantes organizaram passeatas contra a produção de energia nuclear no Japão. A crise energética gerou polêmica no país, visto que a maior parte da produção de energia vem de usinas nucleares. Apenas dois dos 50 reatores do arquipélago continuam funcionando, mas o governo não descarta a reativação das usinas.
Com informações da agência AFP

11 de Março de 2011 - 14:46h
Grande terremoto do Tohoku, no leste do Japão deixou
15.880 mortos / 5,863 feridos / 2,694 desaparecidos
Nossa oração às vítimas...
Nossa oração à reconstrução...
Nossa oração para um Japão melhor!

Logo após a catástrofe, houve uma grande comoção da comunidade japonesa mundial, que enviou seu apoio material e solidário ao Japão. No Japão, o mundo do showbusiness se uniu, e uma das mais belas homenagens foi a composição da canção "Hana wa Saku", de composição de Shunji Iwai e Yoko Kanno. Nas vozes de vários artistas nascidos nas regiões mais afetadas, esta canção foi lançada com o intuito de arrecadar fundos para a reconstrução e unir as pessoas nesta canção que se tornou simbolo da  superação.

Confiram os nomes dos artistas que participaram deste lindo projeto.

Iwate-ken: Sawada Chikako (singer-songwriter) / Sen Masao (enka singer) / Nakaya Sayaka (AKB48) / Niinuma Kenji (enka singer) / Murakami Hiroaki (actor) / Yamakawa Erika (idol)

Miyagi-ken: Arakawa Shizuka (figure skater) / Ikushima Hiroshi (TV announcer) / Ikemens (pop duo) / Iwata Karen (AKB48) / Otomo Kouhei (singer) / Kano Eiko (comedian) / Kano Kaori (singer) / Kumagai Ikumi (singer-songwriter) / Sato Muneyuki (singer) / Sandwichman (comedy duo) / Suzukaze Mayo (actress) / Suzuki Kyoka (actress) / Nakamura Masatoshi (singer) / Nomura Katsuya (baseball player/manager) / Hatakeyama Miyuki (singer-songwriter) / Maggy Shinji (comedian/illusionist) / Mori Kumiko (opera singer/talent) / Mori Keaki (actress/ex-Takarazuka member) / Yoshinori (baseball player) / Yusa Mimori (singer-songwriter).

Fukushima-ken: Akiyoshi Kumiko (actress) / Umezawa Tomio (actor) / Kato Cha (drummer/actor) / Kadokura Yuki (singer) / Sato B-saku (actor) / Nishida Toshiyuki (actor/singer) / Harada Naoyuki (enka singer) / Honda Takeshi (figure skater)



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Evento! Show Ganbare Nippon Grupo The Friends



ブラジル日本 戦後移住60周年記念
ガンバレ日本!新春フレンズ歌謡ショー
(ご招待)

    皆様におかれましては益々ご清栄のこととお慶び申し上げます。
私どもフレンズ・グループは、本年度もコロニアの皆様にいろいろな企画をお届けしたいと全員で張り切っている次第です。この度、戦後移住60周年記念にあたり、標記の新春歌謡ショーを下記の通り開催する運びとなりました。ここに謹んでご招待申し上げます。なお、このショーは、NHK熱血オヤジバトルより特別枠をいただくことになり、フレンズグループ活動の一部として取材撮影されることになっています。また、大変恐縮ではございますが、ご出席のご確認をご連絡いただきます様併せてお願い申し上げます。

記

日 時:2013年2月16日(土)、13時30分開演、 入場無料
場 所:宮城県人会館      リベルダーデ区ファグンデス通り152番地
共 催:ブラジル日本戦後移住60周年記念祭委員会
後 援:ABRAC、UPK、宮城県人会
ご案内:ブラジル日本戦後移住60周年記念祭委員会011-3209-3265
   :フレンズ事務局(エレナ)011-3277-1121、山口瑞枝011-3209-7383

サンパウロ 2013年1月30日
フレンズ会長 蛯原忠男

CONVITE

Venho através desta, convidar V.Sa. a assistir ao nosso Show musical denominado “Ganbare Nippon! Nova Primavera” do Grupo Friends comemorando 60 anos de imigração Japonesa no Brasi após da 2º Guerra Mundial e que será realizado no dia 16 de Fevereiro de 2013, ás 13h30, na Associação MIYAGI KENJINKAI do Brasil, situada á Rua Fagundes n 152, Liberdade.  Este Show será filmado pela NHK com intuito de fazer um documentário sobre as atividades do Grupo Friends, o qual oportunamente será apresentado no programa da NHK (OYAJI BATTLE).       
Entrada franca.
Maior Informações com a Helena(3277-8433), Mizue(3209-7383)、Miyagi-kenjinkai (3209-3265).              Favor confirmar presença.

Atenciosamente,

Presidente do Grupo Friends Tadao Ebihara
Sede : Rua São Joaquin, 318 Liberdade  São Paulo  CEP: 01508-900                              

domingo, 11 de março de 2012

Especial Homenagem às Vitimas do Grande Terremoto de 11 de março 2011 no Japão


Após 01 ano, o Japão ainda tenta se recuperar dos danos materiais e emocionais que o Grande Terremoto seguido do Tsunami causou ao país no dia 11 de março.

É impressionante a força e a coragem que o povo japonês demonstra dia após dia nessa batalha. 

Hoje, escrevo este post com muita tristeza pelo ocorrido, mas também sinto muita alegria em saber que esse episódio fez desabrochar em muitas pessoas um sentimento meio esquecido... a solidariedade.

E para homenagear às vitimas dessa tragédia, segue algumas canções que marcaram profundamente este sentimento de reconstrução e esperança. 

Temos na sequência o video do grupo Inawashirokos, "I Love you I Need You Fukishima", onde temos a participação de várias pessoas que residiam nas regiões afetadas. Na sequência temos o video de uma das músicas escolhidas como uma forma de seguir enfrente. Trata-se da canção "Ue o Muite Arukou", gravada em uma versão voltada para à esperança de um dia melhor. Em seguida temos um video do cantor Fukuyama Masaharu, ele um dos cantores mais engajados na ajuda às vitimas do Tsunami. E para finalizar, o vídeo da canção "Hitotsu" do cantor Nagabushi Tsuyoshi. Ele também foi um dos voluntários que tem ajudado na arrecadação de fundos e indo pessoalmente ajudar a tornar a vida das vitimas um pouco mais "leve" com suas belas canções.







1 Ano após o Terremoto e Tsunami no Japão



O Japão prepara-se para lembrar neste domingo o primeiro aniversário do grande terremoto e posterior tsunami que devastaram o nordeste do país no dia 11 de março de 2011, diante da indefinição sobre os planos urbanísticos de reconstrução e o futuro de aproximadamente 300 mil pessoas que deixaram ou perderam suas casas.

Todas as cidades litorâneas das províncias de Iwate, Miyagi e Fukushima celebrarão neste domingo homenagens aos quase 20 mil mortos e desaparecidos da catástrofe e se unirão, em um minuto de silêncio, às 14h46 locais (2h46 de Brasília), mesmo horário do terremoto de 9 graus na escala Richter.

O mesmo será feito em Tóquio, onde se convocou uma grande cerimônia da qual participarão, entre outros, o imperador Akihito e o primeiro-ministro Yoshihiko Noda.

Neste sábado, as cidades mais abaladas pelo desastre, como Onagawa e Ishinomaki, receberam mais ônibus com visitantes de diversos pontos do país que planejam comparecer aos atos oficiais, apesar das possíveis nevascas e temperaturas abaixo de zero esperadas para domingo na região.

Outros, que tiveram algum familiar entre os mortos, se deslocaram à região para participar dos ritos que quase todos os templos e santuários do nordeste devem organizar em homenagem às vítimas do 11 de março.

Em meio às cerimônias relacionadas ao aniversário, muitas cidades continuavam neste sábado com os trabalhos de limpeza de escombros, pois, segundo estimativas, ainda restam 6 milhões de toneladas de resíduos a serem recolhidas, das cerca de 22 milhões deixadas pelo tsunami.

Na vila pesqueira de Ogatsu, onde cerca de 200 pessoas morreram, os poucos moradores que permaneceram puderam finalmente observar, neste sábado, a retirada de um ônibus tombado sobre o teto de um ginásio esportivo que havia se transformado na triste estampa do local durante quase um ano.

No entanto, retirar até o último dos escombros não bastará para esclarecer o destino das 330 mil pessoas removidas da região da tragédia e que ainda vivem em casas temporárias e apartamentos de aluguel em todo o nordeste japonês.

Parte dos 80 mil desalojados por conta do acidente na usina nuclear de Fukushima não sabem se algum dia poderão retornar a suas casas, enquanto uma porção dos desabrigados - que perderam as casas pelo tsunami - se debate entre permanecer na região ou se mudar definitivamente.

De qualquer maneira, nenhuma prefeitura aprovou ainda a reconstrução dos bairros situados em zonas de risco junto ao mar e que devem ser transferidos a terrenos mais altos, pois a complicada geografia da região obriga a aplainar enormes superfícies, o que dispara os custos.

Além disso, alguns grupos são reticentes a reconstruir as pequenas localidades que, devido ao progressivo despovoamento do entorno rural, diminuíram nas últimas décadas, pois consideram que reerguer o município com um projeto mais centralizado economiza custos e garante sua sobrevivência.

Até um ex-prefeito de Onagawa, Nobutaka Azumi, chegou a dizer que não faria sentido recompor pequenas vilas afastadas onde só vivem idosos e que já estão condenadas a desaparecer.

"No caso das famílias jovens, muitos querem ir embora ou estão pensando nisso. Principalmente mães e crianças querem partir, porque têm medo", ressalta em declarações à Agência Efe o morador Noboru Masaki, um caminhoneiro de 63 anos que perdeu sua casa em Ishinomaki e agora vive com parentes.

"Para os jovens, é mais fácil fazer um novo começo, mas para as pessoas da minha idade não. Para nós, o 'jimoto' (cidade natal, em japonês) é o 'jimoto'", acrescenta.

O argumento de Noboru se reflete na redução demográfica registrada na costa nordeste do Japão nos últimos 12 meses, e é especialmente grave nas cidades mais devastadas, como Onagawa, Minami Sanriku e Rikuzentakata, onde a população decresceu 10% ou mais, segundo dados obtidos pela agência de notíciasKyodo.

Isso representa uma significativa queda nas receitas dos cofres públicos desses municípios e se soma ao fato de que muitas empresas locais afetadas pelo tsunami, que seriam o pilar da reconstrução, ainda não puderam retomar suas atividades.

Calcula-se que, dos 27 mil negócios afetados pelo desastre, mais de 20% ainda não reataram suas operações, e cerca de 1.750 já anunciaram que pretendem fechar.

Com um minuto de silêncio, badalar de sinos e orações, o Japão vai marcar no domingo o primeiro aniversário do terremoto seguido de tsunami que matou milhares de pessoas e desencadeou uma crise nuclear que destruiu a confiança do seu povo na energia atômica e nos líderes da nação.

Um ano depois que o terremoto de magnitude 9,0 desencadeou uma parede de água que atingiu a costa nordeste do Japão, matando cerca de 16 mil e deixando quase 3.300 desaparecidos, o país ainda está lidando com os custos humano, econômico e político.

Ao longo da costa, a polícia e a guarda costeira, pressionados pelos familiares dos desaparecidos, ainda procuram em rios e praias por restos mortais, embora as chances de encontrá-los seja remota. Sem os corpos, milhares de pessoas estão em um estado de limbo emocional e legal.

Koyu Morishita, de 54 anos, perdeu seu pai de 84 anos, Tokusaburo, assim como a sua casa e a fábrica de peixes da família, no porto de Ofunato. O corpo de Tokusaburo ainda não foi encontrado.

"Eu choro um pouco, de vez em quando, mas as minhas verdadeiras lágrimas virão mais tarde, quando eu tiver tempo", disse Morishita ao visitar um memorial para o seu pai, em um templo no alto do morro, acima de Ofunato, acompanhado por seu cachorro, Moku.

Como o resto do país, Ofunato vai fazer um minuto de silêncio às 14h46 de domingo (2h46 da madrugada em Brasília), horário em que o terremoto aconteceu, e novamente 33 minutos depois, quando uma parede de 23 metros de altura de água atingiu a cidade, matando 340 dos seus 41.100 habitantes e deixando 84 desaparecidos.

"Um sino de esperança" vai tocar e os enlutados vão para o mar lançar lanternas.

O povo japonês ganhou a admiração mundial pela sua serenidade, disciplina e resistência diante do desastre, enquanto suas empresas impressionaram pela velocidade com que conseguiram se recuperar, consertando as cadeias de fornecimento.

Como resultado, a economia tende a voltar aos níveis pré-desastre nos próximos meses, com a ajuda de 230 bilhões de dólares de fundos para a reconstrução, obtidos num raro acordo entre o governo e a oposição.

"Na história recente, o Japão conseguiu uma rápida expansão econômica proveniente das cinzas e desolação da Segunda Guerra Mundial, e nós construímos a economia mais eficiente do mundo em termos energéticos após a crise do petróleo", disse o primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, num artigo publicado no jornal Washington Post.

"No aniversário do Grande Terremoto no Leste do Japão, nos lembramos que hoje enfrentamos um desafio de proporções semelhantes." 

sexta-feira, 2 de março de 2012

Especial Nagabushi Tsuyoshi - Kanpai~Hitotsu


Nagabushi Tsuyoshi. Nascido em setembro de 1956 na provincia de Kagoshima, é um dos maiores expoentes da música pop e rock japonesa. 

Com 35 anos de carreira, ele traz em sua discografia grandes sucessos que se tornaram clássicos da canção japonesa como "Kanpai", Tonbo", "Shabon Dama", Shiawaseni Narouoyo", entre outras. 

Com o grande tsunami que devastou a região de Touhoku. Nagabushi Tsuyoshi encabeçou uma das maiores campanhas em pról das vitimas deste desastre natural que assolou o Japão. Ele pessoalmente visitou as regiões devastadas e participou como voluntário não só ajudando na reconstrução material mas também, ajudando as vitimas a aliviarem um pouco da dor com a música. 

Confiram a seguir 01 video que mostra uma pouco das ações do cantor nas regiões afetadas pela catastrofe natural e na sequência, mais 02 videos onde no primeiro podemos conferir a canção mais famosa do cantor, "Kampai", e na sequência, o video da canção "Hitotsu", lançada em homenagem às vitimas do Tsunami. Particularmente, acho uma das apresentações mais emocionantes do show de fim de ano Kouhaku Utagassen.



sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Kouhaku Utagassen NHK 2011 Parte 03


Olá amigos do Enka Mania! Neste 03º post sobre o Kouhaku Utagassen, trazemos a lista da ordem de apresentação dos cantores e das atrações desta edição.

A surpresa ficou por conta da mensagem que será televisonada enviada pela cantora iknternacional Lady Gaga e do ator Jackie Chan em solidariedade ao Japão.

Em relação às canções, não houve muitas surpresas. Na ala enka, muitos cantores reprisarão canções an tigas, como no caso do Kitajima Saburo que cantará Kaerokana e pela cantora Ishikawa Sayuri que cantará Tsugaru Kaikyo Fuyugeshiki. As músicas, na sua grande maioria, possuem relação com as regiões afetadas pelas tragédias naturais que assolaram o Japão no início deste ano.

O show deste ano promete emocionar pelas homenagens.

Confiram a mensagem da cantora Lady Gaga para o Kouhaku Utagassen.



Segue a lista divulgada pelo site do Kouhaku Utagassen com a ordem das apresentações.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Noticia! Número de mortos após passagem de tufão chega a dez no Japão


Chega a dez o número de mortos após a passagem do tufão “Roke”, na quarta-feira (21) pelo Japão, informam as autoridades nesta quinta (22).
Os desaparecidos agora, segundo último balanço, são cinco, incluindo uma brasileira, Erika Inomata, de 34 anos.
Ela e Marcos Kanematsu, 32 anos, desceram do carro numa ponte, mas uma rajada de vento jogou os dois num rio. Marcos foi resgatado, mas a mulher não foi encontrada.
O fenômeno provocou o cancelamento de 624 voos e de muitos serviços ferroviários, incluindo o trem-bala na movimentada linha que une Tóquio a Osaka, na qual 120 mil pessoas ficaram presas durante horas nas estações.
Aparentemente, ela tentava atravessar uma ponte sobre o rio Hayakawa junto com outro cidadão brasileiro, Marcos Kanematsu, 32 . Ambos foram jogados na água pelos fortes ventos.
Além disso, 314 pessoas ficaram feridas em 22 províncias devido aos fortes ventos e às chuvas torrenciais do tufão.
Roke avança agora pelo extremo norte do país, em direção nordeste com ventos de até 126 km/h, após ter forçado a retirada de mais de 16 mil pessoas no arquipélago, enquanto 1 milhão receberam a recomendação de deixarem suas casas por motivo de segurança.
Kanematsu foi resgatado por um helicóptero. Equipes da polícia e dos bombeiros prosseguem as buscas pela mulher.
Entre as províncias afetadas pelo tufão esteve Fukushima, embora não tenham sido detectadas anomalias na usina de Daiichi, epicentro da crise nuclear no Japão. As chuvas inundaram o porão de vários dos edifícios da usina, e em alguns locais o nível de água contaminada subiu até 40 centímetros, mas não houve vazamentos.