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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Especial Dia de Finados!



Olá amigos do Enka Mania! Hoje prestaremos uma singela homenagem à esta data que nos faz refletir sobre a breviedade da vida e sobre a saudade e gratidão aos antepassados. 


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Homenagem Dia de Finados!


Ola amigos do Enka mania! Hoje é dia de finados, e com ele, relembramos as pessoas que já partiram em uma nova jornada. Não devemos sentir dor com a partida, mas apenas a saudade, pois nesta existência, a morte é apenas mais uma virgula em nossas historias.  



Dia de Finados: líderes explicam significado da morte em 6 religiões

O Dia de Finados é lembrado nesta quarta-feira (2) com diversas celebrações e homenagens pelo país. Durante o feriado, são realizadas missas em memória daqueles que já se foram e, além disso, os cemitérios ficam abertos em horário especial para receber os visitantes. Diante de tantas formas de interpretar a morte, o G1 ouviu líderes religiosos de Campinas (SP) para entender o significado dela em diferentes óticas.

As religiões escolhidas possuem ideias variadas sobre a maneira de interpretar a partida de alguém. Confira abaixo e conheça mais sobre o significado da morte no budismo, islamismo, judaísmo, espiritismo, umbanda e cristianismo.

Budismo
Kelsang Geden é monge budista há 16 anos e ministra aulas no Centro Kadampa, em Campinas. Segundo ele, na religião budista, a morte significa o começo de uma próxima vida e, por isso, ela é apenas uma passagem, onde não importa o que aconteça com o corpo da pessoa, mas ela terá um recomeço.

"Então, a vida, no fundo, para nós não acaba. Nós budistas nos preparamos pra hora da morte. Tentando morrer de maneira calma, serena e manter uma mente serena na hora da morte”, afirmou Kelsang Geden.

Cristianismo
No caso da religião católica, é trabalhado o princípio da ressureição. De acordo com o padre Antonino Fernandez, da Igreja de Santo Antônio, no bairro Ponte Preta, não é possível ser cristão se não acreditar que existe outra vida. Ele ainda afirmou que "Cristo ressuscitou com a premissa de que todos que creem também vão ressuscitar".

"O Dia de Finados, para nós que cremos na ressurreição, é a recordação saudosa daqueles que amamos na vida, mas não é de desespero. Uma pessoa que não crê na ressurreição não pode ter uma alegria completa nesta vida, se tudo acabasse com a morte a vida seria muito triste. Para nós, o Dia de Finados não é um dia para ser lembrado como algo que foi definitivo, mas com uma saudade do passado e ao mesmo tempo para crermos que a nossa oração para os que se foram tem fundamento", explicou.

Espiritismo
O Centro de Estudos Espíritas Nosso Lar é um dos locais que promove a religião espírita em Campinas. Emanuel Cristiano, presidente da entidade, é médium e autor de livros pscicografados. Para ele, no espiritismo não existe morte e o Dia de Finados não é celebrado por reconhecerem que a partida de alguém faz parte da vida e é um estado de transição para o espírito imortal.

"Os espíritas não cultivam essa data, porque para nós não há morte. Mas, aproveitamos as tradições para instruir e orientar as pessoas sobre a condição imortal do ser e de que a morte não nos separa definitivamente, e sim nos transforma para uma nova realidade”, disse o presidente do centro de estudos.

Islamismo
O professor titular do Instituto de Biologia da Unicamp e presidente da Sociedade Islâmica de Campinas, Mohamed Habib, de 74 anos, afirmou que a morte para os muçulmanos é um término de uma fase rápida e de curta duração. Ao encerrar esse período, inicia-se a preparação para o processo de ressucitação no dia do juízo final, onde acontece a prestação de contas daquilo que aconteceu durante a vida.

"A qualidade da eternidade depende da qualidade de como nós passamos a nossa vida mundana aqui. Se for pelo bem ou pelo mal. Se for pelo bem, seremos então agraciados pela premiação e pela recompensa do divino. Se for uma passagem com base de erros, pecados e desrespeito ao próximo, aí teremos a penalidade (...). Na medida em que a pessoa tiver uma crença mais profunda, a dor da morte se torna mais reduzida", contou Habib, que também é presidente do Instituto da Cultura Árabe no Brasil.

Judaísmo
Na religião judaica, a morte é encarada como uma passagem e um acontecimento natural, onde existe um processo de luto que não se fala de perda, mas sim de tudo o que a pessoa conquistou e foi durante a vida. A informação é do diretor religioso da Sociedade Israelita Brasileira Beth Jacob, Ricardo Puccetti. A sinagoga recebe cerca de 100 famílias para celebrar as festas judaicas, além de abrir uma escola para 15 crianças.

"O funeral no judaismo é feito de um dia para o outro, é muito rápido. A partir do momento que a pessoa é enterrada, contam-se 7 dias. O nome desse período é Shiva. Nessa período, a família fica em casa e não faz nada. As pessoas vão lá e todo dia e fazem uma oração chamada Cadish, que em nenhum momento fala de morte. Esse momento é mais uma conversa, tem mais o sentido de memória e não de uma coisa pesada", explicou Puccetti.

Umbanda
De acordo com o babalorixá Edilson Marcos Vicentim, de 56 anos, a morte não existe na umbanda. Ela é o momento em que o espírito se liberta do corpo e, em muitos momentos, não se encontram no campo espiritual e precisam de apoio e orientação. A ideia da religião é trabalhar para esses espíritos consigam acessar um novo plano.

"Isso acontece muito com pessoas que tem uma morte súbita, que não esperavam por isso, pois não estavam doentes. Esses espíritos ficam vagando. Quando alguém morre, nós também fazemos rituais internos e correntes de oração para o desprendimento do físico”, comentou Vicentim.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/11/finados-lideres-explicam-significado-da-morte-em-seis-religioes-diferentes.html

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Especial Dia de Finados!


Ola amigos do Enka Mania! Hoje trazemos uma singela homenagem à saudade... Esta é a palavra que simboliza esta data especial. Relembrar as pessoas que se foram antes de nós... Na sequência confiram o grande sucesso do cantor Sugimoto Masato, "Waremokou" com uma linda mensagem de que devemos valorizar as pessoas enquanto estão vivas... neste caso, é uma homenagem à mãe do cantor. Na letra da música, ele pede desculpas por não ter dado a devida atenção á mãe enquanto ela estava viva. A segunda canção é o grande sucesso "Sen no Kaze ni Natte", do tenor Akikawa Masafumi. Esta canção diz que não morremos, apenas seguimos viajem através dos mil ventos.  



sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Especial 69 anos após a Bomba Atômica


Milhares de pessoas se reuniram na manhã desta quarta-feira (horário local), em Hiroshima, para marcar o 69º aniversário do lançamento da primeira bomba atômica da história, que arrasou a cidade que fica ao oeste do Japão.

Alguns sobreviventes, parentes de vítimas, autoridades do governo e delegações estrangeiras permaneceram imóveis às 8h15 (20h15 de Brasília), quando ressoou um sino que dava o sinal para guardar um minuto de silêncio na hora exata em que, em 6 de agosto de 1945, o bombardeiro americano 'Enola Gay' largou a bomba que transformou a cidade em um inferno nuclear.

Após o minuto de silêncio, o prefeito da cidade, Kazumi Matsui, pediu ao governo japonês liderado por Shinzo Abe e a outros líderes mundiais, como o presidente dos EUA Barack Obama, que "trabalhem para conseguir uma maior aproximação entre os países que dispõem de armas nucleares e o restante do mundo", visando "o desarmamento total". Ele também convidou Obama, "e a todos os dirigentes das nações nucleares a visitar as cidades da bomba A o mais cedo possível".

Matsui lembrou em seu discurso que está prevista a revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) no ano que vem, coincidindo com a comemoração do 70º aniversário do bombardeio atômico.

Embaixadora dos EUA no Japão, Caroline Kennedy,acompanha cerimônia (Foto: Kyodo News/AP Photo)

O prefeito de Hiroshima também defendeu o caráter pacifista da Constituição japonesa, depois que o governo central passou a promover uma controvertida reinterpretação de sua Carta Magna para reforçar o papel das Forças de Autodefesa. "Nosso governo deve aceitar o peso do fato que conseguimos evitar as guerras durante 69 anos graças ao nobre pacifismo da Constituição japonesa", afirmou Matsui.

A cerimônia transcorreu sob uma chuva fina e marcada pelo silêncio dos milhares de presentes, que só foi quebrado pelos discursos de representantes políticos, de jovens da cidade e de sobreviventes da bomba - conhecidos no Japão como 'hibakusha' - e pelos breves aplausos que acompanharam suas intervenções.

Durante o ato também foi colocada uma lista com os nomes das 292.325 vítimas da bomba dentro de um monumento situado no Parque da Paz, na qual foram incluídos 5.507 'hibakushas' que morreram no ano passado.

Entre os presentes estava o primeiro-ministro do Japão, a embaixadora dos Estados Unidos, Caroline Kennedy, e representantes de outros 67 países, entre eles potências nucleares como Reino Unido, França e Rússia.

Trata-se da primeira visita a Hiroshima da embaixadora americana desde que assumiu o cargo em novembro do ano passado, e a segunda de um representante diplomático dos EUA nessa cerimônia anual, após a de seu antecessor, John Ross, em 2010.

Ataque nuclear
A bomba foi detonada com uma intensidade de 16 quilotons a cerca de 600 metros de altura, muito próxima de onde foi erguido o parque em que aconteceu a cerimônia, e matou de forma imediata cerca de 80 mil pessoas.

Mas esse balanço foi aumentando com o passar do tempo. No final de 1945, os mortos eram aproximadamente 140 mil e, nos anos seguintes, o número continuou crescendo devido às vítimas da radiação nuclear.

Depois do ataque em Hiroshima, os EUA lançaram uma segunda bomba nuclear - no dia 9 de agosto de 1945 - sobre a cidade de Nagasaki, o que forçou a rendição do Japão seis dias depois e colocou ponto final à Segunda Guerra Mundial.

Os ataques com bombas nucleares sobre as cidades japonesas foram os únicos desse tipo executados até o momento.

De acordo com as estimativas, o número total de 'hibakusha' em Hiroshima e Nagasaki em março deste ano era de 192.719, 9.060 a menos do que no ano passado, e a média de idade das vítimas era de 79,44 anos.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/08/ato-em-hiroshima-marca-69-aniversario-da-bomba-atomica.html










quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Lançamento! Matsuribayashi Kikoetara - Tendo Yoshimi with Akikawa Masafumi

Confiram este lançamento mais do que especial! A canção "Matsuribayashi Kikoetara", lançada em julho de 2013, numa belissima parceria entre as vozes dos grandes cantores Tendo Yoshimi e Akikawa Masafumi. A segunda musica deste single é uma regravação de um dos maiores classicos da musica japonesa, a canção "Furusato". 

domingo, 4 de novembro de 2012

Especial Finados!


Esta é uma data muito especial. Neste dia devemos nos lembrar das pessoas que não estão mais na vida carnal e que de alguma forma nos ajudou a chegar onde estamos. Devemos nos lembrar das pessoas que se foram com saudade e alegria, pois elas continuam suas missões em um outro plano. 

Para marcar esta data, assistam o video da linda canção "Sen no Kaze ni Natte", do cantor Akikawa Masafumi. Esta canção tem uma belissima mensagem onde expressa a continuidade da vida. 


Sen no Kaze ni Natte

Watashi no ohaka no mae de
Nakanai de kudasai
Soko ni watashi wa imasen
Nemutte nanka imasen

Sen no kaze ni
Sen no kaze ni natte
Ano Ooki na sora wo
Fuki watatte imasu

Aki ni wa hikari ni natte
Hatake wo furi sosogu
Fuyu wa daia no youni
Kirameku yuki ni naru

Asa wa tori ni natte
Anata wo mezamesaseru
Yoru wa hoshi ni natte
Anata wo mimamoru

Watashi no ohaka no mae de
Nakanai de kudasai
Soko ni watashi wa imasen
Shinde nanka imasen

Sen no kaze ni
Sen no kaze ni natte
Ano Ooki na sora wo
Fuki watatte imasu

Sen no kaze ni
Sen no kaze ni natte
Ano Ooki na sora wo
Fuki watatte imasu

Ano Ooki na sora wo
Fuki watatte imasu


Em Mil Ventos Me Transformei

Por favor, não chore
na frente de minha sepultura
Eu não estou ai
Nao estou adormecido

Em mil ventos,
em mil ventos me transformei
Sobrevoando aquele
céu imenso

No outono me tornarei
a claridade que desce no campo
No inverno me tornarei como diamante
Neve cintilante eu serei

Pela manha serei passaro
que te faz despertar
A noite serei estrela
que te protege

Por favor nao chore
na frente de minha sepultura
Eu nao estou ai
Nao estou morto

Em mil ventos,
em mil ventos me transformei
Sobrevoando aquele
céu imenso

Em mil ventos,
Em mil ventos me transformei
Sobrevoando aquele
céu imenso

Sobravoando aquele
céu imenso

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Lançamento! Natsukawa Rimi - Asuto Iu Hi ga


Confiram esta bela canção interpretada pela cantora Natsukawa Rimi. Lançado em setembro de 2011, pela primeira vez na história, 02 grandes cantores (Natsukawa Rimi e Akikawa Masafumi) lançam ao mesmo tempo a mesma canção em 02 versões. Posteriormente, interpretaram em dueto no show de fim de ano da NHK, Kouhaku Utagassen. Confiram esta linda canção interpretada pela cantora Natsukawa Rimi, "Asu to Iu Hi Ga". 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Especial Finados

O feriado de Finados, ou o "Obon", é um momento de reflexão e saudade. Nesta data, devemos nos ater a meditar e ver como estamos construindo nossos caminhos. A vida terrena é curta demais para que deixemos de aproveitar cada oportunidade de evoluir cada vez mais. A morte não é o fim, mas sim, o inicio de uma nova jornada. O dia de Finados também é o dia de nos lembrarmos dos nossos entes queridos que já seguiram sua viagem. Agradecer pelas suas obras e exemplos e nos espelharmos nas boas ações.

Para este dia tão importante. posto o video com a tradução da canção "Sen no Kaze ni Natte", que fala exatamente deste momento doloroso que é a despedida de um ente querido. Esta canção interpretada pelo cantor Akikawa Masafumi fez enorme sucesso, se tornando um dos clássicos da música japonesa. 

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Enka! Akikawa Masafumi - Sen no Kaze ni Natte


Esta música carregada de sentimento estorou nas paradas de sucessos do Japão nos últimos anos tornando-se um clássico. Lançado em maio de 2006 na voz do cantor lírico Akikawa Masafumi, esta música é uma poesia às pessoas que perderam entes queridos, pois nos diz nas entrelinhas que continuamos vivos em algum lugar. Através do link, vocês poderão assistir um video onde o grupo de balé Takarazuka, formados apenas por mulheres, representam esta música na sua belíssima dança.