As associações do Bloco Kyushu, composto por Fukuoka, Kagoshima, Kumamoto, Miyazaki, Nagasaki, Oita, Okinawa e Saga; realizam a 13ª edição do Gueinosai.
Cada Kenjinkai (associação) terá 30 minutos de apresentação, de forma intercalada.
Haverá intervalo para almoço e haverá venda de soba de okinawa.
O Gueinosai não é um concurso e sim uma apresentação de cada Kenjinkai do Kyushu.
O tufão número 16 deve se aproximar entre os dias 20 e 21, da região Kyushu, seguindo depois por uma “rota perigosa” com risco de atingir grande parte do Japão antes do feriado de Equinócio do Outono, na quinta-feira, dia 22.
Batizado de Malakas, o tufão se encontra atualmente a 220 km ao oeste da ilha Yonaguni (ao sul de Okinawa), com rajadas de vento de 216 km/h.
A aproximação do tufão coincide com uma frente de chuva de outono estacionada sobre o Japão, que aumenta os riscos de fortes chuvas.
Em alguns locais, a chuva pode chegar a 70 mm/h. Veja a previsão da concentração de chuva hoje, dia 18:
70 mm: Fukuoka
60 mm: Saga e região Shikoku (costa ao longo do Oceano Pacífico)
120 mm: Oita, Kumamoto, Nagasaki, Shikoku (costa do Oceano Pacífico), Hyogo, Osaka, Gifu, Ishikawa, Toyama
100 mm: Kyoto, Mie, Shizuoka, Kanto-Koshin
90 mm: Aichi, Fukui
80 mm: Hiroshima, Niigata
60 mm: Shimane
Nos locais onde a chuva estiver forte, os cuidados devem ser redobrados com a aproximação do tufão, uma vez que há possibilidade de desmoronamentos e enchentes.
Um dos vulcões mais ativos do Japão poderá ter uma grande erupção nos próximos 30 anos, de acordo com cientistas que estudaram o magma desenvolvido na área.
O vulcão Sakurajima, localizado na região de Kyushu, representa uma “crescente ameaça”, dizem pesquisadores da Universidade de Bristol.
Segundo a BBC, o vulcão, localizado a 49 km da planta nuclear de Sendai, também está próximo a Kagoshima, uma cidade de 600,000 habitantes. Sua última erupção fatal foi em 1914, quando 58 pessoas morreram.
Sakurajima é monitorado de perto por autoridades O arquipélago japonês, que se estende pelo chamado “Anel de Fogo” do Pacífico, tem mais de 100 vulcões. Sakurajima expele cinzas regularmente e há várias pequenas explosões todos os anos, com a última sendo registrada em fevereiro.
Sakurajima é monitorado de perto por autoridades e é um dos dois vulcões que estão no nível 3 do sistema de alerta vulcânico do Japão (de uma escala que vai até 5), o que significa que as pessoas são alertadas a não se aproximarem do vulcão.
A erupção fatal de 1914
“A erupção de 1914 mediu cerca de 1.5 km cúbicos em volume”, disse o estudo liderado pelo Dr. James Hickey, que agora se juntou a Escola de Minas Camborne da Universidade de Exeter, no Reino Unido.
“A partir de nossos dados, acreditamos que levaria em torno de 130 anos para o vulcão armazenar a mesma quantidade de magma para outra erupção de tamanho similar, o que significa que estamos a cerca de 25 anos.
Sakurajima acumula 14 milhões de metros cúbicos de magma a cada ano. Um estudo sobre a atividade do vulcão foi publicado na terça-feira (13) no site Nature, com a participação da Universidade de Bristol e do Centro de Pesquisa do Vulcão Sakurajima.
A pesquisa mostrou que 14 milhões de metros cúbicos de magma estão se acumulando a cada ano, suficiente para preencher o Estádio Wembley de Londres em mais de 3.5 vezes.
A pesquisa mostrou que a proporção em que o magma está se acumulando é mais rápida do que ele pode ser expelido em suas pequenas erupções regulares, o que os levaram a pressupor que uma grande erupção poderá ocorrer nos próximos 30 anos.
Eles fizeram as avaliações baseados em novas maneiras de estudar e modelar os reservatórios de magma do vulcão. Segundo cientistas, essas descobertas podem ajudar autoridades a fazerem planos para grandes erupções.
“O fornecimento de informações essenciais às autoridades locais podem potencialmente ajudar a salvar vidas se uma erupção estiver iminente”, disse Hickey.
“Já se passaram 100 anos desde a erupção de 1914, restam menos de 30 anos até uma próxima grande erupção “, disse Haruhisa Nakamichi, professor associado do Instituto de Pesquisa e Prevenção de Desastres da Universidade de Quioto. De acordo com Nakamichi, novos planos de evacuação já foram preparados.
O novo tufão número 13 que se formou nesta terça-feira, 6, se aproxima de Kyushu e deve chegar perto da região Kanto na quinta-feira, 8. Localizado atualmente a 180 km ao norte de Naha (Okinawa), o tufão segue com rajadas de vento de 108 km/h. Como nasceu próximo ao Japão, ganha forças rapidamente enquanto segue o caminho. Mesmo nos locais afastados a probabilidade de chuvas fortes é alta.
Isso se deve ao choque do tufão com uma frente de chuva localizada ao norte dele. Um fato semelhante ocorreu entre os dias 11 e 12 de setembro de 2000, quando fortes chuvas atingiram as regiões desde o oeste de Aichi até norte de Mie.
Na época a quantidade de chuva em Nagoya (Aichi) chegou a 97 mm/h e em Tokai 114 mm/h. Em dois dias o total de chuvas em Nagoya chegou a 567 mm, equivalente a um terço do total da média de um ano inteiro.
O tufão Malou, 13º da temporada na região Ásia-Pacífico, avançava nesta quarta-feira (7, horário local) até a costa japonesa, onde vigora o estado de alerta pelos riscos de inundações e deslizamentos.
Malou chega ao Japão pouco depois de outros dois potentes ciclones tropicais atingirem nos últimos dias o arquipélago, deixando vinte mortos.
Às 6h locais da quarta-feira (19h de terça na Brasília), Malou se encontrava ao sul da ilha de Kyushu (sudoeste) e se deslocava até o nordeste paralelo à costa de Honshu, na qual está Tóquio, cidade que poderá atingir na quinta-feira.
Mas a partir desta quarta-feira os serviços meteorológicos antecipam para a zona de Tóquio fortes chuvas, deslizamentos de terra e possíveis tornados.
Os riscos são maiores, porque, devido ao efeito residual dos recentes tufões, os rios estão muito cheios e os lençóis freáticos, saturados.
A cada ano, entre 20 e 30 ciclones tropicais afetam a costa pacífica da Ásia, e em média a metade deles atinge o Japão.